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Prefeitura de Porto Velho oferece suporte a agricultores afetados pela cheia do rio Madeira

Cheia tem dificultado o acesso às lavouras e moradias, gerando preocupação entre os agricultores

As famílias que residem nas comunidades localizadas às margens do rio Madeira começaram a deixar suas propriedades devido à elevação do nível das águas, que já atingem córregos e áreas de várzea. A cheia tem dificultado o acesso às lavouras e moradias, gerando preocupação entre os agricultores da região.



Para minimizar os impactos dessa situação, a Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Semagric), disponibilizou três caminhões do transporte da produção agrícola com o objetivo de garantir que os agricultores consigam sair das localidades afetadas pelas águas.


De acordo com o secretário da Semagric, Rodrigo Ribeiro, a iniciativa visa apoiar os produtores rurais neste momento crítico. “Estamos acompanhando a situação de perto e tomando todas as medidas necessárias para ajudar os agricultores a minimizar os prejuízos. A prioridade é garantir a segurança das famílias e a preservação da produção”, afirmou.


Nas comunidades Brasileira e Bom Será, algumas famílias já iniciaram a saída de suas propriedades. É o caso do agricultor Valderir de Lima e sua esposa Ana Zélia, que deixaram a propriedade na terça-feira (1º) e estão se dirigindo à comunidade Aliança. “Infelizmente, tivemos que sair, pois a água já está tomando conta da nossa terra. Agradecemos o apoio da Prefeitura neste momento difícil”, relatou Valderir.


Embora as condições não sejam favoráveis, muitas famílias ainda resistem em deixar suas propriedades por receio de saqueamentos. A Semagric segue monitorando a situação e reforça que continuará oferecendo suporte enquanto houver necessidade. Os agricultores interessados no transporte podem entrar em contato com a Semagric pelo telefone (69) 99387-1434.


Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Ações do governo de RO reduz impacto de alagamento na BR-425; Sepat disponibiliza caminhão

A cheia do Rio Madeira atingiu um nível preocupante e afetou diretamente a Rodovia-425, estrada essencial para o acesso aos municípios de Nova Mamoré e Guajará-Mirim. Com trechos alagados, o governo de Rondônia, por meio do Corpo de Bombeiros Militar de Rondônia (CBMRO), adotou medidas emergenciais para garantir a trafegabilidade no local. A pedido do Corpo de Bombeiros, a Secretaria de Estado de Patrimônio e Regularização Fundiária (Sepat) reforçou a operação ao disponibilizar um caminhão e dois servidores para prestar apoio direto à população atingida.




O secretário da Sepat, David Inácio, enfatizou sobre a relevância do trabalho conjunto entre as secretarias e órgãos estaduais para minimizar os impactos da enchente. “A soma de esforços é essencial neste momento. Nosso objetivo é assegurar que a população consiga atravessar os pontos alagados sem grandes transtornos”, afirmou o secretário.


Nos pontos alagados somente os caminhões conseguem atravessar, os carros menores depende do apoio

David Inácio disse que os servidores da Sepat estão trabalhando diuturnamente para garantir a passagem de veículos menores no trecho alagado da BR-425, especificamente no Igarapé Araras, nas proximidades do km 30, entre a Vila da Penha e o município de Nova Mamoré. O esforço conjunto faz parte das ações do governo de Rondônia, para minimizar os impactos da cheia do Rio Madeira, assegurando que motoristas e passageiros possam transitar com segurança na região.

No último domingo (30), o governador de Rondônia, Marcos Rocha sobrevoou a região afetada para avaliar a situação e acompanhar de perto as ações promovidas pelo governo estadual. Durante a visita; Marcos Rocha reforçou a importância das medidas emergenciais adotadas e elogiou o trabalho realizado pelas equipes envolvidas. “Com esse apoio, procuramos minimizar os impactos causados pelas enchentes e garantir assistência emergencial à população afetada.”
Além da atuação direta na BR-425, o governo de Rondônia segue monitorando a situação e estudando novas estratégias para enfrentar os desafios impostos pela cheia do Rio Madeira. Outras ações emergenciais podem ser implementadas, conforme a evolução do cenário, garantindo suporte contínuo às comunidades impactadas.

A Defesa Civil Estadual e demais órgãos competentes, também estão mobilizados para prestar assistência às famílias que enfrentam dificuldades em decorrência da enchente. O governo segue atento, promovendo a garantia não apenas da trafegabilidade na rodovia, mas também a segurança e o bem-estar da população rondoniense durante esse período crítico. (Governo de Rondônia)

Prefeitura de Porto Velho promove ações inclusivas para reforçar a conscientização sobre o autismo

Ônibus multissensorial, carteira do autista e vagas inclusivas são algumas realizações da atual gestão

Celebrado mundialmente no dia 2 de abril, o dia de conscientização do autismo tem como objetivo aumentar o diálogo sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA) e principalmente reforçar a importância da empatia, da inclusão e do respeito às diferenças. A data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2007.



Com esse objetivo, a Prefeitura de Porto Velho vem se destacando por suas iniciativas voltadas à inclusão e ao bem-estar das pessoas com TEA. A gestão do prefeito Léo Moraes oferece diversos serviços que facilitam o acesso a direitos e, principalmente, promovem a integração dessa população na capital rondoniense.


Entre as ações, a Prefeitura de Porto Velho beneficiou quase 3 mil pessoas com TEA, com a emissão da Carteira Municipal de Identificação do Autista (CMIA). A Carteira do Autista garante a atenção integral, o pronto atendimento e a prioridade no acesso aos serviços públicos e privados às pessoas com TEA.


Além disso, a Prefeitura de Porto Velho sancionou, a Lei nº 3.243/2025, que torna obrigatória a realização de adaptações razoáveis no ambiente de trabalho para pessoas com deficiência, Transtorno do Espectro Autista (TEA) ou outros transtornos do neurodesenvolvimento.


Outro destaque da atual gestão é a criação do ônibus multissensorial que é o primeiro veículo adaptado para atender pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e seus acompanhantes, proporcionando transporte gratuito para consultas, terapias e centros de reabilitação em horários flexíveis, durante os dias úteis, mediante agendamento prévio.


Ações inclusivas com a criação de vagas exclusivas para pessoas com TEA implementadas diretamente pelo poder público. Até então, as vagas destinadas a esse público na cidade eram iniciativas de empresas privadas, tornando esta ação um marco na garantia de direitos e inclusão.



Ações inclusivas com a criação de vagas exclusivas para pessoas com TEA


Recentemente o prefeito Léo Moraes, esteve na Casa do Autista, localizada em Balneário Camboriú (SC), reconhecida como o maior complexo da América Latina dedicado ao atendimento gratuito e especializado de crianças com TEA com objetivo conhecer de perto uma política pública que deu certo e buscar inspiração para novas ações em Porto Velho.


De acordo com o prefeito, essas ações mostram que a atual gestão vem trabalhando para proporcionar mais inclusão e respeito a todos. “Hoje, no dia 2 de abril, é uma data para relembrarmos do que já foi feito até aqui, mas também para refletir que podemos construir um futuro em que cada pessoa, independente de suas particularidades, seja valorizada e respeitada na nossa cidade”, disse Léo Moraes.

Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

Nível do rio Madeira recua em 6 centímetros nas últimas 24 horas

Apesar do recuo, a previsão é de chuva para esta quarta-feira (2)

O rio Madeira registrou uma queda de 6 centímetros em seu nível nas últimas 24 horas, trazendo alívio para comunidades ribeirinhas mais afetadas, a exemplo do distrito de Nazaré, onde o fornecimento de energia elétrica foi parcialmente restabelecido.



De acordo com dados da Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA), na manhã desta quarta-feira (2), o nível do rio Madeira está em 16,54 metros, o que aponta um recuo no índice de cheia, que chegou à marca dos 16,60 metros no início desta semana.


Porém, ainda conforme a ANA, o risco de enchente é moderado, uma vez que ainda existe previsão de pancadas de chuvas na capital rondoniense e não descarta a possibilidade de ocorrências de inundações pontuais de igarapés, córregos canalizados em área urbana e alagamento temporário de áreas rebaixadas.


As comunidades afetadas seguem assistidas pela Prefeitura de Porto Velho, através da Sala de Situação coordenada pelo Gabinete Militar e Defesa Civil Municipal, onde ações integradas de resgate, entrega de suprimentos e monitoramento do rio estão sendo desenvolvidas para mitigar os impactos da cheia.


Por meio do WhatsApp (69) 98473-2112, o cidadão que estiver em algum contexto de risco à sua integridade por conta do avanço das águas do rio Madeira, poderá solicitar o apoio da Defesa Civil Municipal de forma direta.


Superintendência Municipal de Comunicação (SMC)

SOLIDARIEDADE: menino que depende de transfusões regulares de sangue encontra-se com doador

Davi Vinícius tem apenas 13 anos, mas já enfrenta desafios que exigem coragem. Diagnosticado com anemia falciforme, ainda no teste do pezinho, depende de transfusões regulares de sangue para evitar complicações graves, como acidente vascular cerebral (AVC). Seu tratamento inclui um procedimento mensal de troca parcial de sangue, essencial para sua saúde e qualidade de vida.



A Fundação de Hematologia e Hemoterapia de Rondônia (Fhemeron) desempenha uma função importante no suporte a pacientes como Davi, garantindo a disponibilidade de sangue para transfusões. Por esse motivo, desenvolve campanhas frequentes que enfatizam a importância da doação regular, destacando que cada doação pode salvar até quatro vidas.


O governador do estado, Marcos Rocha, salienta a necessidade de manter os estoques de sangue da Fhemeron, sempre abastecidos. “Nosso compromisso é investir na saúde, e garantir que pacientes como Davi tenham acesso ao tratamento necessário. A doação de sangue é um ato de solidariedade que transforma vidas.”


ENCONTRO, EMOÇÃO E GRATIDÃO


A história de Davi cruza com a de Kleber de Oliveira Pereira, que inicialmente era um doador de plaquetas, e depois que foi confirmada a compatibilidade, passou a ser chamado exclusivamente para doar sangue total a Davi. Essa compatibilidade reduz riscos e aumenta a eficácia do tratamento, demonstrando a importância dos doadores regulares para pacientes que dependem da transfusão para viver.


A equipe da Fhemeron promoveu, na semana passada, o encontro do menino, sua mãe e Kleber. O momento foi marcado por emoção. Davi expressou sua gratidão pessoalmente a Kleber. “Você não imagina o quanto significa para saber que tem alguém que doa pensando em mim. Isso me deixa muito feliz.”


A mãe de Davi também fez questão de agradecer. “Ver meu filho bem, podendo ter uma vida melhor, é algo que não tem preço. A cada doação, vejo que ele tem mais força para seguir em frente. Agradeço a cada doador que faz essa diferença”, destacou.


Kleber, por sua vez, reforçou a importância da doação e consciência sobre o impacto desse ato. “Saber que meu sangue pode ajudar diretamente o Davi é algo que me motiva, ainda mais, a continuar doando. Pequenos gestos podem salvar vidas, e me sinto honrado em poder contribuir”, afirmou.


A Fhemeron continua mobilizando a população para fortalecer os estoques de sangue. Para doar, basta comparecer a uma das unidades com documento oficial com foto, estar bem de saúde e seguir os critérios estabelecidos. (Governo de Rondônia)

Mulher fica seriamente ferida após carro avançar preferencial no Centro

Uma mulher sofreu ferimentos graves na manhã desta quarta-feira (2) após a moto que pilotava ser atingida por um carro na Rua Dom Pedro II, no cruzamento com a Rua Joaquim Nabuco, no centro de Porto Velho (RO).



Conforme informações obtidas pelo site, testemunhas relataram que o motorista do carro seguia pela Rua Joaquim Nabuco quando avançou a preferencial e atingiu a motociclista, que conduzia uma Honda Biz recém-adquirida. Com o impacto, a vítima caiu e sofreu ferimentos sérios.


Equipes de resgate foram acionadas e prestaram atendimento no local, encaminhando a motociclista a uma unidade de saúde. A Polícia Militar compareceu para registrar a ocorrência e apurar as circunstâncias do acidente. (Portal SGC)

Veja momento em que fábrica de gás explode no Paraná; vídeo

Acidente deixou um morto e dois feridos; caso ocorreu em Campo Largo (PR), na região metropolitana de Curitiba

Um homem de 29 anos morreu e outras duas pessoas ficaram feridas após uma explosão em uma fábrica de gás em Campo Largo (PR), na região metropolitana de Curitiba. O acidente ocorreu na noite da última terça-feira (1º) em uma empresa de produtos e equipamentos hospitalares.



Uma câmera de segurança flagrou o momento da explosão.


A explosão causou danos na área de recarga de oxigênio da fábrica, mas os espaços de armazenamento e produção de nitrato de amônia e argônio não foram afetados.


De acordo com o Corpo de Bombeiros, a explosão ocorreu durante a recarga de cilindros de oxigênio. A vítima fatal não resistiu aos ferimentos e morreu no local.


Outros dois funcionários ficaram feridos: um homem de 52 anos, em estado grave, e um homem de 30 anos, com ferimentos moderados. Ambos foram encaminhados ao hospital São José, mas o estado de saúde não foi divulgado.


A Polícia Civil do Paraná instaurou um inquérito policial para investigar as causas da explosão. (cnn Brasil)

Polícia Federal e PM apreendem 350 kg de cocaína em operação em Alta Floresta D'Oeste/RO

Ação ocorreu em Alta Floresta D'Oeste/RO

A Polícia Federal, em ação conjunta com a Polícia Militar de Rondônia, deflagrou nesta quarta-feira, 2/4, a Operação Curral Novo e apreendeu aproximadamente 350 kg cocaína em uma residência localizada no centro urbano da cidade de Alta Floresta d’Oeste.



Cumprindo mandado de busca e apreensão, as equipes policiais localizaram a droga depositada na casa do alvo onde seria transportada por um veículo utilitário. Uma segunda pessoa fazia a segurança da carga ilícita no imóvel.


Após receberem informações de denunciantes e de inteligência, as forças de segurança passaram a investigar no intuito de confirmar as informações. Com isso, identificaram a casa do denunciado como local suspeito do armazenamento de considerável quantidade de droga.



Compilados os indícios, apresentados os fatos à Vara Criminal de Alta Floresta d’Oeste/TJ/RO, após manifestação do Ministério Público/RO, houve o deferimento da Medida de Busca e Apreensão.


A Polícia Federal destaca que qualquer pessoa pode colaborar, prestando informações que ajudem no combate aos crimes, sendo sempre mantido o sigilo da fonte. (Assessoria)

Ação do MPF exige suspensão de garimpo ilegal em área próxima à terra indígena em Rondônia

Na ação, o MPF solicita que os órgãos públicos criem e coloquem em prática um plano para proteger a área e acabar com a mineração ilegal.

O Ministério Público Federal (MPF) ajuizou, na última semana, uma ação civil pública para tentar impedir a destruição ambiental causada pelo garimpo ilegal na área conhecida como Fazenda Marechal Rondon, perto da Terra indígena (TI) Uru Eu Wau Wau, em Campo Novo de Rondônia (RO). A ação pede urgência e tem como alvos a Agência Nacional de Mineração (ANM), a União, o governo de Rondônia e a Cooperativa Mineradora dos Garimpeiros de Ariquemes (Coomiga).



Na ação, o MPF solicita que os órgãos públicos criem e coloquem em prática um plano para proteger a área e acabar com a mineração ilegal. O órgão também pede que os responsáveis paguem pelos danos causados e elaborem um Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRAD). Além disso, requer uma indenização de R$ 500 mil por danos morais coletivos, valor que seria destinado ao Fundo de Defesa dos Direitos Difusos.


A fazenda se tornou um ponto de exploração garimpeira ilegal, resultando em desmatamento, poluição de rios e ocupação irregular. Segundo o MPF, relatórios do Ibama, da Secretaria de Meio Ambiente de Rondônia (Sedam) e da própria ANM confirmam a existência de vários pontos de extração de cassiterita sem autorização, além do uso de máquinas pesadas e captação irregular de água. A proximidade da área com a Terra Indígena Uru Eu Wau Wau agrava ainda mais a situação.


Durante as investigações, o MPF apontou que os órgãos públicos demoraram para agir contra a ilegalidade. O g1 entrou em contato com a Agência Nacional de Mineração (ANM), a União, o governo de Rondônia e a Cooperativa Mineradora dos Garimpeiros de Ariquemes (COOMIGA), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. (g1ro)

Morre, aos 65 anos, o ator Val Kilmer, conhecido por ‘Batman’ e ‘Top Gun’

Mundo – O ator de Hollywood Val Kilmer, conhecido por seus papéis em alguns dos maiores filmes das décadas de 1980 e 1990, incluindo Top Gun e Batman Eternamente, morreu aos 65 anos. Ele também estrelou The Doors, de 1991, interpretando o lendário vocalista da banda, Jim Morrison, além do faroeste Tombstone: A Justiça Está Chegando e do drama policial Fogo Contra Fogo. Kilmer morreu de pneumonia na terça-feira em Los Angeles, informou sua filha Mercedes à imprensa dos EUA.



Ela disse que seu pai havia sido diagnosticado com câncer de garganta em 2014, mas se recuperou posteriormente. A cirurgia de traqueotomia afetou sua voz e interrompeu sua carreira de ator, mas ele voltou às telas para reprisar seu papel como o piloto de caça Iceman ao lado de Tom Cruise em Top Gun: Maverick, de 2022.



Em homenagem ao ator, o diretor de Fogo Contra Fogo, Michael Mann, disse: “Enquanto trabalhava com Val em Fogo Contra Fogo, sempre me maravilhei com a amplitude, a brilhante variabilidade dentro da poderosa corrente do caráter possessivo e expressivo de Val.” “Depois de tantos anos em que Val lutou contra a doença e manteve seu espírito, esta é uma notícia tremendamente triste”, escreveu Mann no Instagram.



“Até mais, amigo. Vou sentir sua falta”, escreveu o ator americano Josh Brolin ao lado de uma foto sua e de Kilmer no Instagram. “Você era uma explosão inteligente, desafiadora, corajosa e supercriativa. Não há muitos assim que sobraram”, ele acrescentou.


Nascido Val Edward Kilmer em 31 de dezembro de 1959, Kilmer cresceu em uma família de classe média em Los Angeles. Seus pais eram cientistas cristãos, um movimento ao qual Kilmer aderiria pelo resto de sua vida. Aos 17 anos, ele se tornou o aluno mais jovem a se matricular na Julliard School, em Nova York, um dos mais prestigiados conservatórios de teatro do mundo. 

Ele ficou conhecido nas comédias Top Secret!: Superconfidencial, de 1984, e Academia de Gênios do ano seguinte, antes de se consolidar em Hollywood como Iceman, o inimigo do personagem Maverick de Tom Cruise em Top Gun, de 1986, um dos filmes que definiram a década. Kilmer estrelou o filme de fantasia Willow: Na Terra da Magia e o suspense policial Mate-me Outra Vez, ambos ao lado da atriz britânica Joanne Whalley, com quem se casou em 1988. 

O casal teve dois filhos. Ele provou ainda mais seu talento e versatilidade quando interpretou de forma convincente o vocalista Jim Morrison em The Doors, 20 anos após a morte do cantor. Tombstone: A Justiça Está Chegando, no qual interpretou o pistoleiro Doc Holliday, e Fogo Contra Fogo, no qual atuou ao lado de Al Pacino e Robert De Niro, também foram sucessos.

Luiz Oliveira vence estreia em etapa da Copa do Mundo no sul do país

Competição de boxe reúne 150 atletas de 18 países até sábado (5)

O pugilista brasileiro Luiz “Bolinha” Oliveira estreou com vitória no segundo dia da etapa da Copa do Mundo de Boxe, em Foz do Iguaçu (Paraná), realizada pela primeira vez no país. Oliveira avançou na competição da categoria dos 60 quilos após derrotar o cazaque Talgat Syrymbetov por decisão unânime dos juízes (5 a 0). O pugilista se junta aos compatriotas Wanderley Pereira (80kg) e Isaías Filho (90 kg), classificados na última segunda (31).



O evento em Foz do Iguaçu reúne 140 atletas de 19 países - entre eles 16 brasileiros – e tem transmissão ao vivo no YouTube do Comitê Olímpico do Brasil (COB). A etapa é a primeira de uma série de quatro que serão serão disputadas este ano. Todas contam pontos no ranking mundial de boxe, que conta para a classificação à Olimpíada de Los Angeles 2028.


Outros dois brasileiros estrearam nesta terça (1º), mas deram adeus precoce à competição. Bronze nos Jogos de Tóquio, Abner Teixeira (90 kg) foi superado pelo norte-americano Kelvin Watts. Já na disputa feminina, Tatiana Chagas (54 kg) perdeu para a italiana Sirine Charaabi.


A delegação feminina brasileira conta com Radija Gama (48kg), Caroline Almeida (51kg), Tatiana Chagas (54kg), Jucielen Romeu (57kg), Rebeca Santos (60kg), Beatriz Soares (65kg), Queila Américo (70kg) e Viviane Pereira (75kg). Já os representantes do país na competição masculina são Michael Douglas Trindade (55kg), Luiz Gabriel Oliveira (60kg), Yuri Falcão (65kg), Cristiano Pereira (70kg), Kauê Belini (75kg), Wanderley Pereira (80kg), Isaias Filho (90kg) e Abner Teixeira (+90kg). (Agência Brasil)


Programação

QUARTA-FEIRA (2)


Masculino: Categorias 50kg, 60kg, 65kg e 75kg


Feminino: Categorias 48kg e 54kg


QUINTA (3) - quartas de final 


Masculino: 47kg, 55kg, 65kg, 70kg, 85kg e +90kg


Feminino: 48kg e 54kg


SEXTA (4) - semifinais e primeiras finais


Masculino: 50kg, 60kg, 75kg e 80kg


Feminino:  45kg, 51kg, 57kg, 60kg, 65kg e 70kg


SÁBADO (5) - finais 


Masculino: 47kg, 50kg, 55kg, 60kg, 65kg, 70kg, 75kg, 80kg, 85kg e +90kg


Feminino:  45kg, 48kg, 51kg, 54kg, 57kg, 60kg, 65kg e 70kg

Detecção precoce do autismo ajuda na alfabetização e inclusão escolar

Dia Mundial de Conscientização do Autismo é celebrado nesta quarta

Moradora de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, a neurocientista e biomédica Emanoele Freitas começou a perceber que o filho, Eros Micael, tinha dificuldades para se comunicar quando ele tinha 2 anos. "Foi, então, que veio o diagnóstico errado de surdez profunda. Só com 5 anos, com novos exames, descobriu-se que, na realidade, ele ouvia bem, só que ele tinha outra patologia. Fui encaminhada para a psiquiatra, e ela me deu o diagnóstico de autismo. Naquela época, não se falava do assunto”, diz a mãe do jovem, que hoje tem 21 anos.



Ser de um grau menos autonomo do espectro autista, também chamado de nível 3 de suporte, trouxe muitas dificuldades na vida escolar, que Eros frequentou até o ensino fundamental, com quase 15 anos. “O Eros iniciou na escola particular e, depois, eu o levei para a escola pública, que foi onde eu realmente consegui ter uma entrada melhor, ter uma aceitação melhor e ter profissionais que estavam interessados em desenvolver o trabalho”, acrescenta Emanoele.


“Ele não conseguia ficar em sala de aula e desenvolver a parte acadêmica. Ele tem um comprometimento cognitivo bem acentuado. Naquele momento, vimos que o primordial era ele aprender a ser autônomo. Ele teve mediador, o professor que faz sua capacitação em mediação escolar. Meu filho não tinha condições de estar em uma sala de aula regular, e ele ficava em uma sala multidisciplinar”.


A inclusão escolar e a alfabetização de crianças e adolescentes do espectro autista estão entre os desafios para a efetivação de direitos dessa população, que tem sua existência celebrada nesta quarta-feira (2), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, data criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) para difundir informações sobre essa condição do neurodesenvolvimento humano e combater o preconceito. 


Diretora-executiva do Instituto NeuroSaber, a psicopedagoga e psicomotricista Luciana Brites explica que o Transtorno do Espectro Autista (TEA) é um transtorno de neurodesenvolvimento caracterizado por déficits de interação social, problemas de comunicação verbal e não verbal e comportamentos repetitivos, com interesses restritos. Características comuns no autismo são pouco contato visual, pouca reciprocidade, atraso de aquisição de fala e linguagem, desinteresse ou inabilidade de socializar, manias e rituais, entre outros.


“Por volta dos 2 anos, a criança pode apresentar sinais que indicam autismo. O diagnóstico precoce é fundamental para o tratamento. Como o transtorno é um espectro, algumas crianças com autismo falam, mas não se comunicam, ou são pouco fluentes e até mesmo não falam nada. Uma criança com autismo não verbal se alfabetiza, mas a dificuldade muitas vezes é maior”, diz Luciana.


O Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM, na sigla em inglês) estabelece atualmente que as nomenclaturas mais adequadas para identificar as diferentes apresentações do TEA são nível 1 de suporte, nível 2 de suporte e nível 3 de suporte, sendo maior o suporte necessário quanto maior for o nível. 

Aprendizado

A psicopedagoga ressalta que os desafios que surgem no processo de alfabetização no autismo não impedem que ele ocorra na maioria das vezes. “É possível a inserção do autista no ensino regular. A questão da inclusão é um grande desafio para qualquer escola, porque estamos falando de uma qualificação maior para os nossos professores”.


Segundo Luciana, o mais importante é considerar a individualidade de cada aluno no planejamento pedagógico, fazendo as adaptações necessárias.


“Atividades que podem estimular a consciência fonológica de crianças com autismo são, por exemplo, com sílabas, em que você escolhe uma palavra e estimula a repetição das sílabas que compõem a palavra. Outra dica são os fonemas, direcionando a atenção da criança aos sons que compõem cada palavra, sinalizando padrões e diferenças entre eles. Já nas rimas, leia uma história conhecida e repita as palavras que rimem”.


A psicopedagoga acrescenta que as crianças autistas podem ter facilidade na identificação direta das palavras, ou seja, conseguem decorar facilmente, mas têm dificuldade nas habilidades fonológicas mais complexas, como perceber o seu contexto.


“A inclusão é possível, mas a realidade, hoje, do professor, é que muitas vezes ele não dá conta do aluno típico, quem dirá dos atípicos. Trabalhar a detecção precoce é muito importante para se conseguir fazer a inserção de uma forma mais efetiva. É muito importante o sistema de saúde, junto com o sistema de educação, olhar para essa primeira infância para fazer essa detecção do atraso na cognição social. Por isso, é muito importante o trabalho da escola com o posto de saúde”, afirma Luciana.


A especialista destaca que a inclusão é um tripé e depende de famílias, escolas e profissionais de saúde. “Professor, sozinho, não faz inclusão. Tudo começa na capacitação do professor e do profissional de saúde. É na escola que, muitas vezes, são descobertos os alunos com algum transtorno e encaminhados para equipes multidisciplinares do município”.


Mãe em tempo integral


Moradora da Ilha do Governador, na zona norte do Rio de Janeiro, a dona de casa Isabele Ferreira da Silva Andrade é mãe de duas crianças do espectro autista, Pérola, de 7 anos, e Ângelo, de 3 anos. Ela explica que o menino tem "autismo moderado", ou nível 2 de suporte com atrasos cognitivos e hiperatividade. Já a filha, mais velha, tem "autismo leve", nível 1 de suporte, e epilepsia.


“Eu a levei no pediatra porque ela já tinha 2 anos e estava com o desenvolvimento atrasado, não falava muito. Ela falava uma língua que ninguém entendia. Vivia num mundo só dela, não brincava, não ria. Comecei a desconfiar. O pediatra me explicou o que era autismo e disse que ela precisava de acompanhamento. Eu a levei para o neurologista, para psicólogo, fonoaudióloga. Fiz alguns exames que deram alteração”, lembra Isabele.


“Já meu filho foi muito bem até 1 ano de idade. Depois de1 ano, começou a regredir. Parou de comer, parou de brincar, não queria mais andar. Chorava muito. Comecei a achar estranho. Ele foi encaminhado ao Centro de Atenção Psicossocial (Caps) da prefeitura. Fizeram a avaliação dele lá, por uma equipe multidisciplinar. Tentei continuar trabalhando, mas com as demandas da Pérola e do Ângelo, tive que parar de trabalhar para levar para as terapias. O cuidado é integral. Parei minha vida. Eu era caixa de lotérica”, conta a dona de casa.


O filho menor está matriculado em uma creche municipal que tem cinco crianças autistas. No momento em que a professora percebe que o Ângelo precisa de mais atenção, ela se concentra nele, diz Isabele.


Já a filha mais velha está em uma turma regular em escola municipal, e, na classe, há outro aluno com grau mais severo de autismo. “Eles têm mediadores na escola que se concentram mais nas crianças com autismo severo. As professoras dos dois são psicopedagogas, têm entendimento e sabem lidar”.


A dona de casa conta que, depois que saiu o diagnóstico de sua filha mais velha, seu pai também decidiu investigar e descobriu, com mais de 50 anos, que também era autista. “Ele teve muita depressão ao longo de toda a vida dele”.


Política Nacional

O Ministério da Educação (MEC) tem a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva desde 2008. Segundo a pasta, ela reafirma o compromisso expresso na Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, de 2006, de que a educação escolar se faz na convivência entre todas as pessoas, em salas de aulas comuns, reconhecendo e respeitando as diferentes formas de comunicar, perceber, relacionar-se, sentir, pensar.


“Identificar as barreiras que prejudicam a escolarização e construir um plano de enfrentamento são funções de toda a equipe escolar, contando sempre com o Atendimento Educacional Especializado (AEE). Isso pode ocorrer por meio de salas de recursos multifuncionais (SRM), atividades colaborativas e outras iniciativas inclusivas, a fim de que o acesso ao currículo seja plenamente garantido”, diz o MEC.


Segundo a pasta 36% das escolas contam com salas de recursos multifuncionais. Além disso, em 2022, de acordo com dados do Censo Escolar/Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Brasil tinha: (Agência Brasil)


1.372.000 estudantes público-alvo da educação especial matriculados em classes comuns.  

89,9% das matrículas do público-alvo da educação especial em classes comuns.  

129 mil matrículas do público-alvo da educação especial desde a educação infantil.