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Chamamento busca reduzir déficit de profissionais e garantir funcionamento das escolas... A Prefeitura de Porto Velho publicou o Edital nº ...
Chamamento busca reduzir déficit de profissionais e garantir funcionamento das escolas...
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A convocação, realizada por meio da Secretaria Municipal de Administração (Semad) e da Secretaria Municipal de Educação (Semed), tem como objetivo recompor o quadro de profissionais e garantir a continuidade das atividades nas escolas.
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, ressalta que a gestão trabalha com responsabilidade para garantir serviços públicos de qualidade à nossa população. “Cada ação é planejada para gerar resultados concretos e melhorar a vida das pessoas. Nosso compromisso é com uma gestão eficiente, transparente e próxima da comunidade.”
Os convocados devem comparecer em até 15 dias, a partir da publicação do edital, à Divisão de Atendimento ao Servidor (DIAS/SEMAD), na Rua Duque de Caxias, nº 186, bairro Arigolândia, das 8h às 14h, para apresentação da documentação e encaminhamento da contratação.
A medida atende à necessidade de recomposição emergencial da rede municipal de ensino. A chegada dos novos profissionais deve melhorar as condições de funcionamento das escolas e evitar prejuízos ao calendário escolar.
O secretário municipal de Educação, Giordani Lima, destacou a importância da convocação. “A medida garante o funcionamento das escolas e evita prejuízos aos alunos. Nosso compromisso é com a qualidade do ensino”, afirmou.
Além da documentação, os candidatos devem realizar exames admissionais e apresentar o Atestado de Saúde Ocupacional (ASO), conforme decreto municipal. O não cumprimento das exigências no prazo resultará em desclassificação.
A lista completa dos convocados e as orientações estão disponíveis no Diário Oficial dos Municípios de Rondônia.
Texto: Meiry Santos
Fotos: Secom
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Uma operação deflagrada pela Polícia Federal (PF) na manhã desta quarta-feira (25/3) em três estados cumpre 43 mandados de busca e apreensão e 21 de prisão preventiva, com o objetivo de desarticular um esquema de fraudes bancárias contra a Caixa Econômica Federal e crimes de estelionato e lavagem de dinheiro. Até agora, 13 mandados de prisão preventiva foram cumpridos.
Entre os alvos, estão Rafael Góis (foto de destaque), CEO do Grupo Fictor, e Luiz Rubini, que foi sócio do grupo que atua nos setores de alimentos, serviços financeiros e infraestrutura e se envolveu no escândalo do Banco Master ao tentar comprar a instituição de Daniel Vorcaro antes de liquidação pelo Banco Central (BC), em novembro.
As fraudes investigadas podem ultrapassar R$ 500 milhões. Segundo a PF, Góis foi alvo de busca e apreensão nesta quarta.
As investigações apontam, ainda, que o esquema financeiro teria sido utilizado tanto por empresários ligados ao Grupo Fictor quanto por integrantes do Comando Vermelho (CV) para movimentar e ocultar recursos.
Mandados são cumpridos em 3 estados
Os mandados, expedidos pela Justiça Federal paulista, são cumpridos em municípios dos estados de São Paulo (Rio Claro, Americana e Limeira), do Rio de Janeiro e da Bahia. Também foi determinado o bloqueio e sequestro de bens imóveis, veículos e ativos financeiros até o limite de R$ 47 milhões.
Foram ainda autorizadas medidas cautelares para o rastreamento de ativos financeiros, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de dezenas de pessoas físicas e jurídicas envolvidas.
A investigação que resultou na Operação Fallax teve início em 2024, quando foram identificados indícios de um esquema estruturado voltado à obtenção de vantagens ilícitas. O grupo criminoso atuava por meio da cooptação de funcionários de instituições financeiras e da utilização de empresas para a movimentação de valores e ocultação de recursos ilícitos.
De acordo com as apurações, a organização utilizava empresas de fachada e estruturas empresariais para dissimular a origem dos recursos ilícitos. Funcionários de instituições financeiras inseriam dados falsos em sistemas bancários para viabilizar saques e transferências indevidas. Posteriormente, os valores eram convertidos em bens de alto valor e criptoativos, dificultando o rastreamento.
Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa, estelionato qualificado, lavagem de dinheiro, gestão fraudulenta, corrupção ativa e passiva, além de crimes contra o sistema financeiro nacional, cujas penas somadas podem ultrapassar 50 anos de reclusão.
A defesa de Luiz Rubini informou que não teve conhecimento prévio do processo e se manifestará oportunamente. O Metrópoles entrou em contato com o Grupo Fictor, via e-mail, e aguarda retorno. O espaço está aberto para atualizações.
FONTE - METRÓPOLES.
O Irã não aceitará um cessar-fogo e acredita que não seria "lógico" iniciar negociações com os Estados Unidos, informou a agência de notícias semioficial iraniana Fars, citando uma fonte com conhecimento da atividade diplomática.
A agência de notícias Fars também citou a fonte, afirmando que o Irã pretende atingir seus objetivos estratégicos antes de encerrar a guerra.
O que disseram os EUA?: O presidente dos EUA, Donald Trump, afirmou na segunda-feira que tanto os EUA quanto o Irã querem "chegar a um acordo". Trump disse que seus enviados, Steve Witkoff e Jared Kushner, estavam envolvidos nas discussões, que, segundo ele, foram iniciadas pelo Irã. Ele não revelou com quem os EUA estavam conversando no Irã.
Os Estados Unidos compartilharam uma lista de 15 pontos com o Irã por meio do Paquistão, disseram duas fontes regionais à CNN. Entre os pontos, estão limites às capacidades de defesa de Teerã, o fim do apoio a grupos aliados e o reconhecimento do direito de Israel à existência.
O que está acontecendo no Oriente Médio?
Os Estados Unidos e Israel estão em guerra com o Irã. O conflito teve início no dia 28 de fevereiro, quando um ataque coordenado entre os dois países matou o líder supremo do país, Ali Khamenei, em Teerã.
Diversas autoridades do alto escalão do regime iraniano também foram mortas. Além disso, os EUA alegam terem destruído dezenas de navios do país, assim como sistemas de defesa aérea, aviões e outros alvos militares.
Em retaliação, o regime dos aiatolás fez ataques contra diversos países da região, como Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita, Catar, Bahrein, Kuwait, Jordânia, Iraque e Omã. As autoridades iranianas dizem que têm como alvo apenas interesses dos Estados Unidos e Israel nessas nações.
Mais de 1.200 civis morreram no Irã desde o início da guerra, segundo a Agência de Notícias de Ativistas de Direitos Humanos, que tem sede nos EUA. A Casa Branca, por sua vez, registrou ao menos sete mortes de soldados americanos em relação direta aos ataques iranianos.
O conflito também se expandiu para o Líbano. O Hezbollah, um grupo armado apoiado pelo Irã, atacou o território israelense em retaliação à morte de Ali Khamenei. Com isso, Israel tem realizado ofensivas aéreas contra o que diz ser alvos do Hezbollah no país vizinho. Centenas de pessoas morreram no território libanês desde então.
Com a morte de grande parte de sua liderança, um conselho do Irã elegeu um novo líder supremo: Mojtaba Khamenei, filho de Ali Khamenei. Especialistas apontam que ele não fará mudanças estruturais e representa continuidade da repressão.
Donald Trump mostrou descontentamento com essa escolha, classificando como um "grande erro". Ele havia dito que precisaria estar envolvido no processo e pontuou que Mojtaba seria "inaceitável" para a liderança do Irã.
fonte - CNN BRASIL.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou nesta terça-feira (24) o Projeto de Lei Antifacção, que prevê o aumento de penas pela participação em organização criminosa ou milícia, além de facilitar a apreensão de bens dos envolvidos.
A nova lei considera facção criminosa toda organização criminosa ou grupo de três ou mais pessoas que empregue violência, grave ameaça ou coação para controlar territórios, intimidar populações ou autoridades.
O enquadramento vale ainda quando atacarem serviços, infraestrutura ou equipamentos essenciais.
A norma também estabelece que lideranças conectadas a esses crimes deixam de ter benefícios como anistia e indulto, fiança ou liberdade condicional. A progressão de pena fica mais restrita. Em alguns casos, exige-se até 85% do cumprimento em regime fechado.
Os líderes de facções cumprirão pena ou prisão preventiva em presídios de segurança máxima.
A norma também retira o direito de voto nas eleições daqueles detentos que, mesmo sem condenação definitiva, estejam comprovadamente associados a organizações criminosas.
"Tem uma coisa muito grave que os governadores se queixam, que é que muitas vezes a polícia prende, faz uma festa e três dias depois a pessoa está solta outra vez”, ressaltou Lula.
“É preciso que quando a polícia prenda com provas concretas, o cidadão não possa ser dono da sua própria pena e punição", afirmou o presidente em um evento reservado em que sancionou a lei, na presença de alguns ministros e do presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB).
"Nesse tema, a gente tem a chance não de matar os bagrinhos da periferia, mas de pegar os responsáveis que moram em apartamentos de luxo, em condomínios de luxo, e que chamamos de magnatas do crime. Esses é que precisam ser presos e punidos para que a gente possa acabar com o crime organizado de verdade", acrescentou o presidente.
Lula reforçou que o Brasil tem capacidade investigativa para combater o crime organizado e destacou a expertise da Polícia Federal (PF) no enfrentamento ao tráfico de drogas, de armas e a lavagem de dinheiro.
Sobre o tema, o presidente citou conversas que manteve com o presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, com o objetivo de estabelecer parcerias no combate a organizações criminosas que escondem ativos no exterior.
"Aqui no Brasil vocês acompanharam a Operação Carbono [deflagrada pela PF]. Se prendeu 250 milhões de litros de gasolina que eram traficadas. O responsável por essa empresa, que é o maior sonegador de impostos da história do Brasil, mora em Miami”, disse Lula.
“Eu mandei ao presidente Trump a fotografia da casa dele, e mandei dizendo que se ele quiser combater o narcotráfico, o contrabando e o crime organizado, [que] mande os nossos que estão aí. Mandei a fotografia da casa e o bem das pessoas", afirmou o presidente.
Apesar de não ter citado o nome, o presidente fez menção ao dono da Refinaria de Manguinhos, controlada pelo grupo Refit, o empresário Ricardo Magro, investigado em esquema de sonegação fiscal de aproximadamente R$ 26 bilhões.
Bloqueio de bens
A Lei Antifacção estabelece mecanismos de apreensão de patrimônio ligado ao crime organizado, permitindo medidas abrangentes sobre bens, direitos e valores, inclusive ativos digitais e participações societárias, com integração de informações por órgãos de controle e autorização de perda de bens independentemente de condenação, inclusive por via civil autônoma.
A lei ainda institui o Banco Nacional de Dados de Organizações Criminosas, com integração obrigatória a bases estaduais interoperáveis, voltado à consolidação e ao compartilhamento de informações sobre pessoas e estruturas vinculadas a essas organizações, para fortalecer a atuação coordenada no âmbito do Sistema Único de Segurança Pública e dos sistemas de inteligência.
Auxílio
Outro ponto da lei trata da concessão do auxílio reclusão a dependentes de membros de organização criminosa presos.
Dependentes de segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) presos provisoriamente, ou cumprindo pena em regime fechado ou semiaberto, não terão direito ao auxílio reclusão se o detento for integrante de organização criminosa, grupo paramilitar ou milícia privada.
Lula avaliou a medida como um avanço para desencorajar a prática criminosa.
"Aqui é uma coisa tão importante quanto a própria lei. O cidadão que quiser cometer seus crimes, ele saiba que seus filhos e sua esposa irão pagar pela irresponsabilidade dele, e eu acho que foi uma medida muito relevante. Ele tem que sentir que não está causando mal apenas à sociedade, mas à sua família", afirmou.
O benefício, atualmente no valor de um salário mínimo (R$ 1.621), é voltado para os dependentes de pessoas de baixa renda presas em regime fechado e que tenham contribuído com a Previdência Social.
FONTE - AGENCIA BRASIL.
Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, morto aos 4 anos, foi demitida do cargo de professora da prefeitura do Rio. A demissão foi publicada no Diário Oficial do Município do Rio na edição desta quarta-feira (25). Ela vinha recebendo normalmente seu salário de professora há cinco anos.
Ela deixou a penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio, no início da noite dessa segunda-feira (23) e está em casa.
A soltura foi determinada pela juíza Elizabeth Machado Louro, do 2º Tribunal do Júri, após o julgamento do caso Henry Borel ter sido adiado. A magistrada aceitou o pedido da defesa de relaxamento de prisão de Monique porque, com o adiamento, poderia incorrer em excesso de prazo.
No plenário, a defesa de Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto de Henry e também acusado pelo crime, pediu o adiamento do júri por falta de acesso às provas. Após o indeferimento do pedido pela juíza, os cinco advogados de defesa abandonaram o plenário. Com essa medida, o julgamento foi adiado para 25 de maio próximo.
Na segunda-feira (23), começaria o julgamento dos réus, Monique Medeiros e Jairo Souza Santos Júnior, padrasto de Henry Borel, acusados da morte da criança, na madrugada de 8 de março de 2021.
Henry morreu no apartamento onde morava com a mãe, Monique Medeiros e o padrastro, Dr. Jaririnho, na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio.
O menino ainda chegou a ser levado a um hospital particular na Barra da Tijuca, onde o casal alegou que a criança teria sofrido um acidente doméstico.
No entanto, o laudo da necropsia do Instituto Médico-Legal (IML) apontou que Henry sofreu 23 lesões por ação violenta, incluindo laceração hepática e hemorragia interna.
As investigações da Polícia Civil concluíram que Henry era vítima de rotinas de tortura praticadas pelo padrasto e que a mãe tinha conhecimento das agressões.
Os réus foram presos em abril de 2021 e denunciados pelo Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ). Jairinho responde por homicídio qualificado e Monique por homicídio por omissão de socorro.
A denúncia aponta que no dia do crime, Jairo Santos Júnior, com vontade livre e de forma consciente, mediante ação contundente exercida contra a vítima, causou-lhe lesões corporais que foram a causa única de sua morte, tendo a mãe, Monique Medeiros, garantidora legal da vítima, se omitido de sua responsabilidade, concorrendo eficazmente para o crime de homicídio de seu filho.
De acordo com o MPRJ, em outras três ocasiões, no mês de fevereiro de 2021, Jairinho submeteu Henry Borel a sofrimentos físico e mental com emprego de violência.
LEIA MAIS - Acusada de participação na morte do filho Henry Borel deixa a cadeia
fonte - Ana Cristina Campos – Repórter da Agência Brasil.
Uma oportunidade de emprego para o cargo de vendedora está disponível em Porto Velho, com exigência de experiência na área. A vaga é destinada a candidatas que tenham habilidade em atendimento ao público e interesse em atuar no comércio local.
De acordo com as informações divulgadas, o horário de trabalho será definido posteriormente, conforme acordo entre a empresa e a candidata selecionada.
A oportunidade pode ser uma porta de entrada para quem busca inserção ou recolocação no mercado de trabalho na capital.
Acusada de homicídio por omissão na morte do filho, Henry Borel, Monique Medeiros deixou a penitenciária Talavera Bruce, no Complexo de Gericinó, na zona oeste do Rio, no início da noite dessa segunda-feira (23) e já está em casa.
No plenário, antes do início da sessão, a defesa de Jairo dos Santos Júnior, o Dr. Jairinho, padrasto de Henry e também acusado pelo crime, pediu o adiamento do júri por falta de acesso às provas. Após o indeferimento do pedido pela juíza, os cinco advogados de defesa abandonaram o plenário. Com essa medida, o julgamento foi adiado para 25 de maio próximo.
Segundo a magistrada, a decisão da defesa não tem respaldo legal e resultou na interrupção indevida do curso processual.
“Combater a presidência do ato e afrontar o respeito à atividade profissional dessa magistrada na condução dos trabalhos, culminando com o abandono do plenário e consequente adiamento, é conduta que fere os princípios que norteiam as sessões de julgamento, além dos direitos dos acusados e da família da vítima", disse Elizabeth Louro.
Para ela, todas as pessoas envolvidas no ato foram violadas no direito a um julgamento em tempo razoável.
fonte - Douglas Corrêa - Repórter da Agência Brasil.
Duas mulheres ficaram feridas após um acidente de trânsito registrado na Rua 2 de Abril, no cruzamento com a Avenida Clóvis Arraes, na região central de Ji-Paraná. A condutora da motocicleta perdeu o controle do veículo ao passar por um desnível na pista.
| FOTO - REPRODUÇÃO |
Com a queda, a motorista ficou inconsciente e apresentou lesões, embora sem indícios de fraturas no primeiro atendimento. A passageira sofreu escoriações leves.
Populares que presenciaram o acidente acionaram o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência, que prestou os primeiros socorros no local.
Em seguida, as duas vítimas foram encaminhadas ao Hospital Municipal para avaliação médica.
A Polícia Militar também esteve presente e realizou o registro da ocorrência.
O especial comemorativo de 20 anos de Hannah Montana estreou nesta terça-feira, (24/3), às 4h no horário de Brasília, e está disponível exclusivamente no Disney+. A produção marca o retorno de Miley Cyrus ao papel que a consagrou mundialmente.
Com duração de uma hora, o especial foi gravado com plateia ao vivo e reúne entrevista inédita, músicas clássicas da série e a recriação de cenários marcantes. A produção também conta com participações de nomes conhecidos, como Selena Gomez e Billy Ray Cyrus.
Para assistir, é necessário ter assinatura ativa do Disney+, que atualmente oferece diferentes planos no Brasil. Durante uma promoção válida até o fim de março, os valores estão reduzidos para novos assinantes, com preços a partir de R$ 9,90 por mês no plano com anúncios, R$ 17,90 no plano padrão e R$ 19,90 no plano premium .
Após o período promocional, os valores voltam ao preço normal, que pode chegar a R$ 27,99 no plano com anúncios, R$ 46,90 no plano padrão e R$ 66,90 no plano premium, que inclui melhor qualidade de imagem e acesso a conteúdos esportivos .
No Brasil, o conteúdo também integra produções do Hulu dentro do próprio Disney+, já que o serviço não é disponibilizado separadamente no país.
Uma ação da Polícia Militar resultou na recuperação de objetos furtados de uma motocicleta e na prisão de um homem por receptação, em Porto Velho. O suspeito foi localizado após anunciar a venda de um acessório veicular por meio de aplicativo de mensagens.
A vítima reconheceu o item como pertencente à motocicleta furtada dias antes e informou a polícia, que passou a monitorar a negociação marcada entre as partes. No local combinado, os policiais realizaram a abordagem e encontraram o suspeito com o objeto anunciado, além de outros itens ligados ao veículo.
Durante a revista, também foram localizados acessórios adicionais da motocicleta. Questionado, o homem afirmou ter adquirido os materiais de um terceiro, sem fornecer detalhes sobre a identidade do suposto vendedor.
Com autorização, os policiais realizaram buscas na residência do suspeito, onde encontraram outros objetos sem comprovação de origem, incluindo capacetes, peças de moto e equipamento de som automotivo. Todo o material foi apreendido para averiguação.
O suspeito recebeu voz de prisão pelo crime de receptação e foi encaminhado à delegacia, junto com os itens recuperados e o celular utilizado na negociação.
Um homem foi preso durante patrulhamento da Polícia Militar na noite da última quinta-feira, em Porto Velho, após a constatação de um mandado de prisão em aberto expedido pela Justiça.
A abordagem ocorreu em uma área já conhecida por registros frequentes de ocorrências relacionadas ao uso e comercialização de entorpecentes. Os policiais visualizaram o suspeito conduzindo uma motocicleta em atitude considerada suspeita e realizaram a intervenção.
Durante a revista pessoal, nenhum material ilícito foi encontrado. No entanto, após consulta aos sistemas de segurança pública, foi identificado que havia um mandado de prisão ativo contra o indivíduo.
Diante da confirmação, o homem recebeu voz de prisão e foi encaminhado ao Instituto Médico Legal para exame de corpo de delito. Em seguida, foi levado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
Os pertences pessoais do preso foram entregues a um familiar responsável. A ação reforça a atuação da Polícia Militar no cumprimento de ordens judiciais e na manutenção da segurança pública na capital.
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