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Premiação realizada pelo Sebrae em Rondônia reconheceu reportagens que destacam o empreendedorismo, a inovação e o desenvolvimento dos peque...
Premiação realizada pelo Sebrae em Rondônia reconheceu reportagens que destacam o empreendedorismo, a inovação e o desenvolvimento dos pequenos negócios no estado...
Esquadrão antibomba chegou a ser acionado
Um homem foi preso no início da noite desta quinta-feira (1) ao tentar invadir o edifício-sede do Supremo Tribunal Federal (STF).
De acordo com informações das equipes de segurança da Corte, o homem tentou pular a grade de segurança e jogou uma mochila no telhado de uma parada de ônibus.
"Como ele arremessou uma mochila sobre o ponto de ônibus, tornou-se necessário acionar a Operação Petardo, com a adoção dos procedimentos previstos para averiguação de possível artefato explosivo", informou o STF.
Neste momento, a Polícia Militar do Distrito Federal realiza uma operação com equipes do esquadrão antibomba. Mais tarde, a PM descartou bomba na mochila e encerrou a operação.
"O perímetro foi isolado e permanece sob controle das equipes, aguardando a chegada do Esquadrão Antibombas para avaliação e procedimentos de segurança", informou a PMDF.
A Esplanada dos Ministérios foi fechada e a área do STF foi isolada para o trabalho de varredura.
No momento da tentativa de invasão, o presidente do STF, Edson Fachin, já tinha deixado o prédio. No sede, fica a presidência, o plenário, a diretoria-geral e área de imprensa do STF. (Agência Brasil)
No governo do petista, magistrada do TSE foi secretária do Ministério da Justiça e assessora especial da Presidência da República
A ministra Estela Aranha, do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) entrou no centro do debate público ao proibir a TV Globo de exibir o púlpito do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) vazio no debate nesta quinta-feira (1º). Indicada por Lula para a Corte eleitoral no ano passado, a magistrada atuou no governo do petista.
Estela foi nomeada ministra do TSE em 1º de agosto de 2025 para um mandato de dois anos. No governo Lula, a ministra foi secretária de Direitos Digitais do Ministério da Justiça e Segurança Pública sob a gestão de Flávio Dino. Na secretaria, ela ganhou destaque pela atuação combativa em relação às big techs.
Mais tarde, foi nomeada assessora especial da Presidência da República, dentro da assessoria internacional do órgão, chefiada pelo ex-chanceler Celso Amorim.
A magistrada também foi assessora no gabinete da Presidência do TSE em 2025, quando era chefiado pela ministra Cármen Lúcia. Estela também foi integrante do Conselho Consultivo de Alto Nível da ONU sobre Inteligência Artificial e foi presidente das comissões de Proteção de Dados do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) no Rio de Janeiro.
Graduada em Direito pela Universidade de São Paulo em 1999, Estela fez mestrado em Direito Constitucional no IDP (Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa). A ministra é conselheira da OAB-RJ e foi presidente da Comissão de Proteção de Dados e Privacidade da OAB-RJ e coordenadora do Núcleo de Proteção de Dados e Privacidade do IBCCRIM (Instituto Brasileiro de Ciências Criminais).
Além disso, também foi coordenadora do Núcleo de Estudos Avançados da IBCCrim e atuou como professora convidada em cursos na ESA/RJ, EMERJ, FGV, Mackenzie, EPD e na Pós Graduação de Direito Digital do IDP. A principal área de atuação está ligada ao direito digital e à inteligência artificial.
Proibição de púlpito
Ao proibir que a TV Globo colocasse uma cadeira vazia no lugar reservado para o presidente e candidato a reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) durante o debate presidencial desta quinta, a ministra alegou que a imagem da cadeira de Lula vazia geraria efeitos "que transcendem a simples informação ao eleitorado acerca do não comparecimento", havendo "perigo de dano" a poucos dias do primeiro turno das eleições.
Pela decisão, concedida em caráter de urgência, haveria aplicação de multa em caso de descumprimento. (CNN)
Vítima ainda sofre com ferimentos e sequelas após ouvir da companheira que “se não ficasse com ela, não ficaria com mais ninguém”
Uma mulher, identificada como Érika Araújo Silva, foi condenada a 18 anos e quatro meses de prisão por tentar matar a companheira durante uma discussão pelo fim do relacionamento, em Ceilândia (DF). O ataque ocorreu em maio de 2025 e deixou a vítima com graves lesões. A ré também foi condenada por ameaça e recebeu mais cinco meses e 22 dias de detenção. O julgamento ocorreu nessa terça-feira (29/9).
Na sequência, a vítima foi atacada e sofreu graves lesões. Ela recebeu socorro e foi encaminhada ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC).
Os jurados reconheceram que o ataque foi motivado pela condição do sexo feminino da vítima e ocorreu de forma inesperada, o que dificultou a defesa dela. Érika foi condenada por tentativa de feminicídio qualificado.
Agressões anteriores
Durante o julgamento, também foram considerados relatos e documentos que apontavam agressões anteriores contra a vítima. Na sentença, o juiz afirmou que o histórico revelava um comportamento agressivo habitual por parte de Érika.
O crime foi cometido ainda na presença de uma criança, circunstância considerada no cálculo da pena.
As consequências do ataque também foram levadas em conta. Mais de um ano depois, na data do julgamento, a vítima ainda tinha uma fratura na bacia e permanecia em tratamento ortodôntico.
A mulher deverá iniciar o cumprimento da pena em regime fechado e não poderá recorrer em liberdade. (Metrópoles)
Lito Sousa morreu aos 59 anos dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob
O perfil de Lito Sousa no Instagram compartilhou uma nota oficial sobre a morte do influenciador. Ele morreu aos 59 anos, menos de dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob.
“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Lito Sousa. Lito dedicou grande parte de sua vida à aviação e à missão de compartilhar conhecimento. Com seu jeito único de ensinar, sua curiosidade e sua paixão, aproximou milhões de pessoas desse universo e inspirou muitos a seguirem seus próprios sonhos”, diz um trecho.
“Mais do que um grande profissional e comunicador, deixa um legado de generosidade, amizade e impacto positivo na vida de todos que tiveram o privilégio de conviver e aprender ao seu lado”, completa a nota.
O texto também agradece o apoio do público e informa que em breve serão divulgados detalhes sobre o velório do influenciador: “Agradecemos por todas as mensagens, orações e demonstrações de carinho recebidas durante este período. Em breve, divulgaremos as informações sobre o velório e a despedida”.
“Deixamos aqui nossos mais sinceros agradecimentos. E, neste momento, pedimos respeito e privacidade à família e às pessoas próximas. Seu legado continuará voando. E até um próximo voo”, finaliza.
Morte de Lito Sousa
O influenciador, youtuber e empresário Lito Sousa morreu nesta quinta-feira (1º/10), aos 59 anos, menos de dois meses após ser diagnosticado com a doença de Creutzfeldt-Jakob. A informação foi divulgada pela família de Lito nas redes sociais.
“O grande comandante decidiu levá-lo para perto dele, para perto dos seus pais e do seu irmão Geraldo”, disse a esposa do influencer, Mila Seidl, em um vídeo. “Eu não sei explicar a sua partida. Talvez ninguém saiba. Mas olhando pra vida que você viveu, eu sei que você cumpriu a sua missão”, acrescentou Mila.
A Creutzfeldt-Jakob é uma condição neurológica considerada rara, degenerativa, progressiva e fatal, causada pelo acúmulo de uma proteína anormal no cérebro chamada príon.
Lito Sousa chegou a receber o medicamento experimental contra a doença, que chegou ao Brasil em 11 de setembro, após o influenciador receber uma autorização excepcional da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para ter acesso à substância ALN-6457. Ele foi a primeira pessoa a usar o medicamento, testado anteriormente somente em animais.
Antes do diagnóstico de Creutzfeldt-Jakob Lito, já lutava contra um câncer de próstata em estágio inicial, descoberto no início deste ano.
Anúncio foi feito após ministra Estela Aranha, do TSE, proibir púlpito vazio com nome de Lula e Gilmar Mendes, do STF, determinar a inclusão de Renan
A Globo recebeu há pouco, na noite desta quinta-feira (1º), duas intimações judiciais relacionadas à realização do debate presidencial programado para esta noite.
A primeira é assinada pela ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), e atende a um pedido da coligação da candidatura de Lula, do PT, à Presidência da República.
A decisão torna inválido o item das regras do debate que trata de candidatos ausentes.
A ata com as regras, assinada por todos os partidos, inclusive o PT, determina que em caso de ausência do candidato, o púlpito reservado a ele seja mantido vazio no cenário com uma placa que o identifique. E que numa das rodadas de tema livre, os candidatos presentes que assim desejarem formulem em trinta segundos a pergunta que fariam ao candidato que não compareceu.
A decisão da ministra Estela Aranha proíbe o púlpito com o nome de Lula e a formulação das perguntas que seriam feitas a ele.
A segunda intimação recebida pela Globo esta noite é de uma decisão proferida pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal, e atende a um pedido feito pelo partido Solidariedade a respeito da participação no debate de Renan Santos, do Missão.
As regras que estabelecem que candidatos devem ser obrigatoriamente convidados para debates em rádio e TV são determinadas por lei e reguladas por portaria do Tribunal Superior Eleitoral.
Devem ser convidados obrigatoriamente os candidatos de partidos com representação de pelo menos cinco parlamentares no Congresso Nacional.
Em atendimento a essa regra, a Globo convidou para o debate os candidatos Augusto Cury (Avante), Flávio Bolsonaro (PL), Ronaldo Caiado (PSD) e Lula (PT).
Uma outra decisão, essa da última terça-feira (29), do presidente do TSE, Kassio Nunes Marques, alterou entendimento do próprio TSE sobre contagem de parlamentares no Congresso para fins de debate e decidiu que Romeu Zema, do Novo, teria direito de participar.
A decisão do ministro Gilmar Mendes, do Supremo, proferida há pouco, determinou a participação do candidato Renan Santos, mesmo o Missão, partido de Renan, tendo apenas um parlamentar no Congresso Nacional.
A Globo tem longa tradição na organização de debates eleitorais. Nosso propósito é promover a discussão de ideias para o Brasil. Oferecer aos eleitores a oportunidade de comparar projetos. Nosso dever é o de promover a democracia.
Mas as sucessivas decisões judiciais tomadas momentos antes da realização do debate causam insegurança jurídica e representam uma interferência indevida na liberdade que os veículos de imprensa tem de organizar os debates eleitorais.
Por essa razão, a Globo decidiu cancelar o debate desta noite.
A Globo agradece aos demais candidatos e faz esses esclarecimentos em respeito aos eleitores e ao público que esperavam ter a oportunidade de ouvir propostas para o futuro do país.
Fonte: G1
Decisão de Bill Lee ocorre após a prisioneira Christa Pike resistir ao procedimento de injeção letal em penitenciária de Nashville
O governador do Tennessee, Bill Lee, afirmou nesta quinta-feira (1) que suspenderá as execuções no estado e determinou uma revisão independente dos protocolos utilizados após Christa Pike sobreviver à tentativa de execução por injeção letal realizada na noite anterior.
"Estou profundamente decepcionado, assim como os moradores do Tennessee, com o que aconteceu na noite passada", disse Lee.
O governador não divulgou informações do estado de saúde de Christa.
“Até onde sabemos, o Departamento de Correção seguiu exatamente o protocolo que havia sido estabelecido, analisado e aprovado pelo gabinete do procurador-geral. Neste momento, isso é tudo o que sabemos. E é justamente por isso que teremos uma investigação.”
A execução frustrada é a segunda no Tennessee neste ano. Em maio, autoridades penitenciárias interromperam a tentativa de executar um homem condenado por assassinatos depois de não conseguirem encontrar uma veia adequada para aplicar a injeção letal.
O que aconteceu
Christa Pike, condenada pelo assassinato de uma colega de escola há três décadas, sobreviveu à tentativa do estado do Tennessee de executá-la por injeção letal na noite de quarta-feira (30), segundo autoridades penitenciárias. A tentativa frustrou o primeiro esforço do estado para executar uma mulher em dois séculos.
Ela foi levada para receber atendimento médico depois de deixar a prisão de segurança máxima Riverbend, em Nashville.
O Departamento de Correção do Tennessee defendeu a condução da execução, que havia sido contestada pelos advogados de Pike e por especialistas em direitos humanos devido à idade dela na época do crime, ao histórico de abuso sexual na infância e à doença mental não tratada.
“Os produtos químicos utilizados na injeção letal previstos no protocolo têm sido consistentemente eficazes, e o protocolo não permite procedimentos adicionais além dos que foram realizados nesta noite. Christa Pike foi transportada para uma unidade médica externa”, concluiu o comunicado.
Os advogados de Pike apresentaram uma petição em um tribunal federal durante o procedimento para tentar interromper a execução, citando relatos de testemunhas de que “os executores haviam injetado as duas seringas com os produtos químicos letais e Pike ainda estava viva e roncando”, segundo a NBC News.
A tentativa desta quarta-feira ocorreu horas depois de a Suprema Corte dos Estados Unidos derrubar uma decisão de última hora de um tribunal de instância inferior que havia suspendido a execução, abrindo caminho para que Pike, de 50 anos, fosse executada por seu papel na tortura e no assassinato, em 1995, de Colleen Slemmer, de 19 anos, em Knoxville.
Pike tinha 18 anos em janeiro de 1995 quando ela, seu namorado de 17 anos, Tadaryl Shipp, e uma terceira pessoa atraíram Slemmer, colega do centro profissional Job Corps de Knoxville, para uma área de mata, onde a torturaram e mataram.
A natureza brutal do assassinato, que envolveu a gravação de um pentagrama no peito da vítima e a retirada de um pedaço de seu crânio como lembrança, gerou ampla cobertura da imprensa na época.
Pike e Shipp confessaram o assassinato, e ambos foram condenados por homicídio em primeiro grau.
A mãe de Slemmer, May Martinez, já se manifestou publicamente a favor da execução.
*Com informações da Reuters / CNN
O bombeiro foi preso por matar Bruno Hashimura, de 23 anos, a tiros, nessa quarta-feira (30/9), mas foi solto um dia depois
O bombeiro Marcos Paulo Fujarra de Oliveira, de 28 anos, que foi preso por matar a tiros o estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano durante uma briga de trânsito, em Taubaté, no interior de São Paulo, foi solto nesta quinta-feira (1°/10) após audiência de custódia.
Segundo a Justiça, não existiam presentes elementos que justificassem a prisão preventiva. Por isso, foi concedida a liberdade provisória ao bombeiro, com imposição de algumas medidas cautelares.
Marcos Paulo deverá comparecer e informar suas atividades em juízo a cada dois meses, cumprir recolhimento domiciliar noturno nos fins de semana e dias de folga e está proibido de frequentar locais de práticas ilícitas, por exemplo. Ele também não poderá fazer contato ou se aproximar a menos de 100 metros dos familiares da vítima. O descumprimento pode justificar a decretação da prisão preventiva.
Além disso, foi determinada a expedição de ofício à Polícia Militar (PM) para que seja suspenso o porte de arma de Marcos Paulo e para que a corporação providencie a transferência dele para atividades administrativas.
Em nota à reportagem, o advogado Claudio Rodrigues Moreira, responsável pela defesa do bombeiro, alegou que o cliente agiu em legítima defesa. “No momento processual oportuno, a defesa se manifestará de forma técnica acerca das provas constantes dos autos, apresentando os elementos necessários ao pleno esclarecimento dos fatos e ao exercício do contraditório”, acrescentou.
Estudante de medicina morto
O estudante de medicina Bruno Hashimura San Juliano, de 23 anos, foi baleado e morto por Marcos Paulo, nessa quarta-feira (30/9), na Avenida Walter Thaumaturgo, em Taubaté. De acordo com o boletim de ocorrência, ao qual o Metrópoles teve acesso, durante o interrogatório, o bombeiro alegou que pensava estar sendo vítima de um assalto.
Ele disse ter visualizado nas mãos do estudante um objeto de cor prateada que pensou se tratar de uma arma de fogo. Ainda conforme Marcos Paulo, a vítima também teria, em determinado momento, quebrado o vidro do carro e tentado investir contra ele. Foi quando, segundo ele, teria efetuado os disparos.
O jovem foi atingido e chegou a ser levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos. A ocorrência foi registrada no 1º Distrito Policial de Taubaté como homicídio consumado — por motivo fútil e recurso que dificultou a defesa da vítima.
Ao decidir pela prisão, o delegado responsável pelo caso afastou a tese da legítima defesa. Ainda segundo o boletim, não foram identificados elementos objetivos que demonstrassem que a vítima teria anunciado um assalto ou exibido arma de fogo. Também não foi localizada arma de fogo em poder da vítima ou no interior de seu veículo, diz o documento.
A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, porém a Justiça não acatou o pedido.
Faculdade de Medicina se pronuncia
Em publicação nas redes sociais, a Universidade de Taubaté (Unitau) lamentou a morte do estudante de medicina. “Nós, da IFMSA Brasil – UNITAU, manifestamos nossa solidariedade e desejamos força e consolo a todos os seus familiares e amigos neste momento de profunda dor. Colocamo-nos à disposição para aquilo que pudermos fazer e oferecer”, iniciou a instituição.
A universidade disse ainda esperar que as autoridades competentes adotem todas as medidas cabíveis para o esclarecimento dos fatos e que a justiça seja feita.
“Bruno deixará uma imensa saudade em nossa faculdade, em nossas reuniões e, sobretudo, entre todos aqueles que tiveram a oportunidade de compartilhar momentos ao seu lado. Que sua memória permaneça viva entre nós. Nossos sentimentos aos familiares, amigos e colegas”, acrescentou. (Metrópoles)
Grupo usou mandado judicial falso para entrar no imóvel, que funciona como residência e fábrica têxtil de imigrantes bolivianos; além do morador, um suspeito morreu e outras quatro pessoas ficaram feridas após os disparos
Um morador e um suspeito morreram durante um roubo a uma residência no bairro da Luz, na região central de São Paulo, na noite desta quarta-feira (30). Segundo a PM (Polícia Militar), cinco criminosos se passaram por policiais civis e apresentaram um falso mandado judicial para entrar no imóvel. Outros quatro moradores ficaram feridos.
Segundo as investigações, o local é um sobrado na rua Pedro Vicente que funciona como residência e fábrica têxtil de imigrantes bolivianos. De acordo com as informações apuradas pela PM, após entrarem no imóvel, os criminosos renderam os integrantes de uma família, exigiram dinheiro e passaram a subtrair bens.
Policiais militares que patrulhavam a via ouviram disparos vindos de dentro do imóvel e foram verificar a situação. Ao chegarem, encontraram um homem segurando o portão pelo lado de fora para impedir a fuga dos suspeitos.
Segundo o registro policial, os suspeitos que estavam dentro do sobrado atiraram contra o portão enquanto o homem tentava mantê-lo fechado. Orientado pelos policiais, ele soltou o portão e caminhou em direção à equipe.
Na sequência, os suspeitos saíram do imóvel com armas apontadas para os policiais, dando início a um confronto. Um deles foi baleado e morreu no local.
Outros dois foram detidos e os demais fugiram.
Um dos moradores morreu ainda no local e outros quatro foram encaminhados para diferentes unidades de saúde da capital.
Uma das vítimas foi atingida no rosto e no tórax e encaminhada ao Hospital das Clínicas, em estado estável. Outra pessoa, baleada na virilha e na coxa direita, foi levada ao Hospital Municipal Vereador José Storopolli. Uma terceira vítima, atingida de raspão na cabeça, foi encaminhada à Santa Casa. Já a quarta sofreu um ferimento na cabeça provocado por uma coronhada e foi levada a uma unidade de saúde na Vergueiro.
A polícia apreendeu duas pistolas calibre .380 com numeração suprimida, além de munições e dois celulares.
Ainda segundo a PM, o suspeito morto já havia respondido por roubo e furto. Um dos presos também tinha registros anteriores por roubo, furto e receptação e o outro por tráfico de drogas, furto, ameaça e dano.
A Polícia Civil e o DHPP (Departamento de Homicídios e de Proteção à Pessoa) investigam o caso para esclarecer as circunstâncias do crime. O site solicitou nota a SSP (Secretaria de Segurança Pública) e aguarda retorno. (CNN)
O ministro Flávio Dino, do STF, considerou que o TSE seguiu seu entendimento ao manter os posts do humorista Antonio Tabet
O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), declarou a perda de objeto de uma ação que tramitava na Corte sobre a publicação que discutia a retirada do título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida.
Em decisão desta quinta-feira (1º/10), Dino considerou que o plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) “acolheu as determinações por ele emitidas, no sentido de afastar a censura prévia em massa e garantir a liberdade religiosa”.
Nesta quarta-feira (30/9), o TSE decidiu determinar a remoção de publicações que sugeriam a intenção do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) de retirar o título de Padroeira do Brasil de Nossa Senhora Aparecida, se eleito.
No entanto, manteve no ar o post do humorista Antonio Tabet que dizia: “A família miliciana odeia tanto mulher preta, que resolveu atacar Nossa Senhora Aparecida!”.
O relator da matéria no TSE, ministro André Mendonça, mudou seu voto inicial e se posicionou pela manutenção do post de Tabet.
“O ajuste limita-se à publicação específica de Antonio Tabet. Diante da razoabilidade da compreensão de ambiguidade de seu conteúdo, entendo que a solução mais consentânea com os critérios de intervenção mínima e de proteção reforçada da liberdade de expressão consiste em preservar a postagem”, escreveu, ao acompanhar sugestão do ministro Ricardo Villas Bôas Cueva.
Controvérsia
O caso teve início após uma decisão monocrática de Mendonça, no TSE, determinar a remoção de uma postagem feita por Antonio Tabet na rede social X (antigo Twitter), em ação de autoria de Flávio Bolsonaro.
Tabet ingressou com petição no STF, da qual Dino é o relator. Em 27 de setembro, Dino concedeu liminar para sustar os efeitos da ordem do TSE sobre milhares de publicações na internet.
Na ocasião, o relator destacou que a ordem monocrática eleitoral tinha caráter vago e genérico, concedia poderes censórios excessivos às plataformas digitais e representava ameaça direta à liberdade religiosa e de expressão, abrindo margem para censura prévia e massiva.
Em seguida, o TSE apreciou referendo da decisão de Mendonça e manteve os posts de Tabet. Diante da adequação promovida pelo próprio TSE, Dino considerou que a Corte Eleitoral acolheu as balizas fixadas pelo STF sobre a garantia da liberdade religiosa e o combate à censura prévia e declarou extinta a liminar por perda de objeto. O magistrado determinou ainda arquivamento da matéria. (CNN)
China - Caso ocorreu em agosto, na Rodovia Circular de Nanjing, e foi registrado por uma câmera instalada em um veículo que estava atrás
Uma mulher e o filho foram arremessados para fora do carro em um acidente na China: o veículo perdeu o controle após desviar de uma placa no chão e bateu em uma mureta. O caso ocorreu na Rodovia Circular de Nanjing, em agosto, e foi registrado por uma câmera instalada em um carro que vinha logo atrás. Ambos sobreviveram.
No vídeo, é possível ver o veículo já sem controle colidir de frente com a mureta. A mãe e o filho são arremessados para fora do carro.
Segundo a polícia local, as vítimas não estavam usando o cinto de segurança no momento do acidente. Ambos tiveram braços quebrados, mas sobreviveram. O pai e o outro filho, que estavam no banco da frente, estavam usando o cinto de segurança e saíram ilesos da batida. (Metrópoles)
Situação entre motoristas de cooperativa e do Táxi.Rio começou após uma alteração solicitada pelo aeroporto à prefeitura do Rio de Janeiro para melhorar trânsito
Um conflito generalizado entre taxistas de cooperativas, nesta quarta-feira (30), durante a retirada de um ponto de táxi no embarque do 2º piso do Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro, o Galeão, foi registrado por pessoas que presenciaram a situação.
Em nota, o RIOgaleão informou que as equipes de segurança atuaram para conter o conflito entre os motoristas. A concessionária ainda ressaltou que a situação aconteceu após a retirada do ponto do Taxi.Rio no embarque do 2º piso, solicitada pela empresa junto à Prefeitura para melhorar o fluxo de veículos no acesso ao embarque.
À CNN Brasil, a empresa informou que a situação foi logo controlada e que o batalhão responsável pela região reforçou o policiamento no local.
Reprodução / Redes sociais
A Polícia Militar ressaltou que o policiamento foi intensificado e que a região foi estabilizada. Segundo a corporação, não houve registro de prisões.A Polícia Civil informou que não havia registro de ocorrência com essas características na delegacia da área.
A SMTR (Secretaria Municipal de Transportes) informou à CNN Brasil que a reorganização dos pontos do aeroporto tinha como objetivo garantir o ordenamento da operação e o atendimento adequado à população, além de impedir a abordagem irregular de passageiros e a cobrança de viagens sem o uso do taxímetro.
A pasta reforçou que a medida também atende a uma demanda solicitada pelo próprio aeroporto. A SMTR ainda apontou que o local onde ocorreu a confusão foi substituído por um novo ponto com cinco vagas. O espaço visa atender os passageiros que chegam ao aeroporto.
Segundo a nota da secretaria, o novo ponto é público e funciona em sistema de fila, com reposição dos veículos conforme a saída dos táxis.
“A fiscalização da Superintendência Executiva de Táxi e Transporte Individual de Passageiros, vinculada à SMTR, está no local para assegurar o cumprimento das regras e impedir a ocupação das vagas como espaços privativos, adotando as medidas cabíveis em caso de irregularidades”, finalizou.
O site tenta contato com a Táxi.Rio, mas não obteve retorno. O espaço segue aberto. (CNN)
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