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O crime, ocorrido em maio de 2024, ganhou repercussão pela forma violenta como foi praticado... Dois funcionários acusados de matar o empres...
O crime, ocorrido em maio de 2024, ganhou repercussão pela forma violenta como foi praticado...
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Os principais acusados são Daniel Barroso de Souza e William Borges Costa, que respondem por homicídio qualificado, com agravantes como motivo fútil, meio cruel e recurso que dificultou a defesa da vítima, além de ocultação de cadáver.
A esposa de um dos réus, Jucelainy Coelho de Araújo, também responde ao processo, sendo acusada de ter participado na ocultação do corpo. A responsabilidade dela será analisada durante o julgamento.
As investigações apontam que havia desentendimentos anteriores entre a vítima e um dos acusados. Testemunhas relataram que um dos suspeitos teria confessado o crime, alegando não suportar mais as ofensas feitas pelo empresário. Policiais também identificaram contradições nas versões apresentadas pelos envolvidos, além de utilizarem imagens de câmeras de segurança para reforçar as suspeitas.
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O corpo de Edson Dalto foi localizado dias após o desaparecimento, em um rio diferente de onde estava o veículo da vítima, o que levantou suspeitas e ajudou a direcionar as investigações. Ele estava enrolado em uma lona.
A Justiça decidiu levar os acusados a júri popular após entender que havia provas suficientes. Até o momento, as defesas não se manifestaram sobre o caso.
“Tenho fé que agora vai dar certo.”A frase resume o sentimento de quem há anos enfrenta a realidade da Expresso Porto, em Porto Velho. A expectativa pela pavimentação da via existe, mas vem acompanhada de cautela por parte dos caminhoneiros que conhecem de perto os desafios do trajeto.

Há oito anos na estrada, o caminhoneiro Maicon Santana descreve uma rotina marcada por dificuldades.
“O caminhão vivia quebrando ali. Quando não atolava, a gente ficava duas, três horas parado porque tinha outro caminhão atolado na frente. Era bem difícil.”
Segundo ele, a precariedade da estrada muitas vezes obriga os motoristas a tomarem uma decisão que impacta diretamente o trânsito da capital: desviar o trajeto e passar por dentro da cidade.

“Muita gente fala que a gente atrapalha o trânsito, mas não vê o nosso lado. Na época da chuva, não tem condição de passar por ali.”
Entre prejuízos e improvisos
A realidade se repete entre outros profissionais da estrada. Com 12 anos de experiência, o caminhoneiro Paulo Fernando reforça que o problema vai além do desconforto e pesa no bolso.
“Hoje a estrada está boa, amanhã já não está. Fica cheia de buraco, barro… é cabo de ferramenta quebrando, prejuízo direto.”
A instabilidade da via compromete o planejamento das viagens e aumenta os custos operacionais, seja com manutenção, combustível ou tempo perdido.
“Pra evitar prejuízo, a gente acaba indo pela cidade mesmo, no meio do trânsito.”
Uma rota estratégica travada pelo tempo

Considerada essencial para o escoamento da produção, especialmente de grãos, a Expresso Porto liga a BR-364 ao Rio Madeira e é um dos principais corredores logísticos da região.
Apesar da importância, a estrada ainda enfrenta problemas estruturais, com trechos de chão batido, poeira no verão e lama no período chuvoso, dificultando o tráfego e colocando em risco quem depende da rota diariamente.
O secretário municipal de Agricultura, Douglas Bener, destaca que a melhoria da via é fundamental para o desenvolvimento econômico da região.
“A Expresso Porto é estratégica para o escoamento da nossa produção. Hoje, o produtor enfrenta dificuldades que impactam diretamente no custo e no tempo de entrega. Com a pavimentação, a gente garante mais eficiência logística, reduz perdas e fortalece toda a cadeia produtiva, desde o campo até o porto.”

Esperança com o pé no freio
Entre os caminhoneiros, a expectativa é clara: a pavimentação da estrada pode transformar completamente a rotina de trabalho.
“Se tiver o asfalto, já evita entrar dentro de Porto Velho. Ajuda muito”, afirma Maicon.
Para Paulo, além do asfalto, é necessário garantir estrutura adequada e manutenção constante.
“Tem que ter asfalto e sinalização. E manutenção também, porque não adianta fazer e largar.”
Mesmo com o anúncio da obra, a confiança ainda vem acompanhada de desconfiança.
“Promessa todo mundo fala… mas pra gente acreditar, tem que ver acontecendo mesmo.”
Impacto direto na economia

A pavimentação da Expresso Porto é vista como um avanço não apenas para os caminhoneiros, mas para toda a cadeia logística do município.
A melhoria deve proporcionar mais agilidade no transporte de cargas, redução de custos operacionais e maior segurança, além de contribuir para a diminuição do fluxo de caminhões dentro da área urbana, melhorando a mobilidade na cidade.
Caminho para o desenvolvimento
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, destacou que a obra representa um passo importante para a organização logística da capital e para a qualidade de vida da população.
“A Expresso Porto é uma obra essencial para o desenvolvimento de Porto Velho. Estamos falando de uma via que vai melhorar o escoamento da produção, dar mais segurança para quem trabalha na estrada e também reduzir o impacto do trânsito pesado dentro da cidade. Esse é um compromisso da nossa gestão e vamos trabalhar para que essa obra saia do papel e se torne realidade o quanto antes.”
Enquanto isso, para quem vive da estrada, a expectativa segue acompanhada de cautela.
“Já está ruim do jeito que está. Agora é melhorar… porque piorar não tem como”, resume Paulo.
A Expresso Porto, que por anos foi sinônimo de dificuldade, agora passa a representar a esperança de um novo caminho: mais seguro, mais rápido e mais eficiente para quem move a economia todos os dias.
Texto: Helen Paiva
Edição: Secom
Fotos: Hellon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
A previsão é de que os recursos sejam utilizados para a melhoria das vias da localidade, com serviços voltados à pavimentação e reestruturação de trechos que hoje apresentam dificuldades de trafegabilidade. A proposta é oferecer melhores condições de acesso e garantir mais segurança para moradores, motoristas e pedestres.
Com a futura intervenção, a tendência é que o bairro passe a ter ruas mais acessíveis, reduzindo transtornos provocados pelo excesso de poeira, acúmulo de lama e buracos que comprometem a mobilidade em vários pontos da comunidade.
O prefeito Léo Moraes explica que o direcionamento dos investimentos busca alcançar bairros que há anos aguardam melhorias estruturais. “Estamos falando de recursos que começam a ser direcionados para áreas onde a população convive diariamente com dificuldade de acesso. O Lagoa I entra nesse planejamento justamente por necessitar de uma intervenção que melhore a circulação, traga mais segurança e entregue melhores condições urbanas para os moradores”.
A pavimentação prevista para o bairro integra uma série de ações pensadas para ocorrer de forma simultânea em diferentes regiões da cidade, alcançando setores considerados prioritários dentro do planejamento municipal.
De acordo com o secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, a definição dos bairros contemplados levou em consideração demandas históricas e a necessidade de avançar na malha viária da capital.
“O Lagoa I é uma das regiões que apresenta necessidade clara de melhoria no sistema viário. Esse investimento já reservado dentro do pacote licitado permite que a Prefeitura avance para uma etapa de requalificação das ruas, oferecendo mais conforto no deslocamento e ampliando as condições de acesso da comunidade”, disse o secretário.
Além de melhorar a circulação interna do bairro, a destinação dos recursos deve refletir diretamente no acesso de serviços essenciais, no transporte coletivo, no atendimento de veículos de emergência e na valorização da própria região, que passa a ser inserida em um novo ciclo de infraestrutura urbana planejado para Porto Velho.
Texto: Jhon Silva
Edição: Secom
Fotos: José Carlos
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)

Foram iniciadas nessa segunda-feira, 4, as obras do acesso ao Porto Novo, um dos maiores empreendimentos logísticos da Região Norte e o maior do estado de Rondônia nos últimos anos. A construção do trecho de 34,5 quilômetros, cujo início estava previsto para 2031, deve durar 16 meses e receberá investimento de R$ 258 milhões, aprimorando o fluxo de cargas até os portos do Rio Madeira. A iniciativa é considerada de extrema relevância para o Agronegócio, sobretudo, para a exportação de grãos via BR-364, no Arco Norte.
O início dos trabalhos aconteceu logo após a assinatura da Ordem de Serviço, que contou com a presença de representantes do Ministério dos Transportes, ANTT, Prefeitura de Porto Velho, membros da bancada federal de Rondônia, além de executivos e corpo técnico da Nova 364 – concessionária responsável pela gestão e operação da BR-364.
A concessionária estima que o acesso ao Porto Novo eliminará um gargalo histórico ao retirar diariamente cerca de 1,2 mil veículos pesados que são obrigados a circular pela malha urbana de Porto Velho e pela Estrada da Penal (RO-005). Além de aprimorar o fluxo logístico e a eficiência no escoamento da safra de grãos, o novo trecho reduzirá o risco de acidentes de trânsito.
A obra do acesso ao Porto Novo vai gerar 350 empregos diretos e o projeto inclui pavimentação em 100% do trecho (atividade que corresponde a 50% do investimento total); construção/Implantação de quatro dispositivos de retorno em nível; construção de um “trevo trombeta”, rotatórias e barreiras acústicas; e sinalização de trânsito vertical e horizontal.
Abertura da Ponte sobre o Rio Candeias
Hoje também foi liberado o tráfego de veículos na Ponte do Rio Candeias, em Candeias do Jamari (RO), que estava interditada desde janeiro de 2025. A reforma da ponte, inicialmente prevista para o primeiro semestre de 2027, foi incorporada de forma colaborativa pela concessionária Nova 364 por meio de termo de cooperação com o DNIT e apoio técnico do Ministério dos Transportes e da ANTT. A iniciativa permitiu a antecipação da execução em um ano, reforçando a segurança estrutural e oferecendo uma melhor fluidez ao tráfego no local.
As melhorias são estratégicas para a competitividade do agronegócio brasileiro e para o desenvolvimento econômico de Rondônia já que a ponte é local de passagem obrigatório para cerca de 6,5 milhões de toneladas de grãos que se deslocam do Mato Grosso rumo aos portos do Rio Madeira, cuja participação nas exportações de grãos do Brasil saltou de 12% em 2010 para 35% em 2024, de acordo com dados de estudo recente da Esalq-USP.
As obras realizadas reforçaram a capacidade estrutural da ponte, que passará a suportar 45 toneladas de carga. Antes, a estrutura suportava 36 toneladas. O volume de tráfego previsto para a ponte é de 7,5 mil veículos por dia, sendo grande parte deles, carretas bitrens que movem o agronegócio brasileiro.
FONTE - ASSESSORIA.
Prefeitura executa limpeza e patrolamento em ruas que passaram por intervenções contra alagamentos...
As obras de infraestrutura seguem avançando no bairro Industrial com a etapa de recomposição das vias que receberam intervenções de drenagem. Após a instalação da rede nas ruas Santa Maria, Aparício Moraes e Santa Rita, a Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), executa agora serviços de limpeza, encascalhamento e patrolamento, garantindo melhores condições de trafegabilidade aos moradores.

A intervenção contemplou uma ampla rede de drenagem, considerada essencial para o escoamento adequado das águas das chuvas e a redução de alagamentos na região. Na rua Santa Maria, foram implantadas cerca de 196 manilhas de 1,20 metro, com rede dupla de drenagem. Já na rua Aparício Moraes, a obra contou com a instalação de 140 manilhas de 1 metro. Na rua Santa Rita, foram utilizadas 238 manilhas, também com 1 metro de diâmetro.
Além disso, o sistema inclui a construção de oito bocas de lobo, que auxiliam na captação e direcionamento da água da chuva. No momento, as equipes trabalham na fase de acabamento dessas estruturas, preparando-as para a instalação das tampas.
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O secretário municipal de Infraestrutura, Thiago Cantanhede, destacou a importância da obra para a região.
“Esse é um investimento fundamental para resolver problemas históricos de alagamento no bairro Industrial. Estamos atuando de forma completa, desde a drenagem profunda até a recuperação da superfície das vias, garantindo mais segurança para a população”.
O prefeito Léo Moraes ressaltou que as obras fazem parte de um planejamento para melhorar a infraestrutura urbana da capital.
“Estamos levando soluções definitivas para regiões que sofriam há anos com alagamentos e dificuldades de acesso. Nosso compromisso é garantir mais segurança, mobilidade e qualidade de vida para os moradores”.

Morador da região, Pedro Henrique ressaltou os benefícios já percebidos com a intervenção.
“A obra aqui está sendo de grande benefício. Antes, quando chovia, alagava tudo aqui. Agora a gente já vê uma melhora significativa”.
Ao investir em soluções estruturantes e avançar para as etapas finais de recuperação das vias, a Prefeitura reforça o compromisso com a melhoria da infraestrutura urbana e a qualidade de vida da população. As intervenções no bairro Industrial representam não apenas o fim de antigos transtornos, mas também um novo cenário de mais segurança, mobilidade e dignidade para os moradores.
Texto: Thaís Alves
Edição: Secom
Foto: João Victor
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
A Corte concedeu prazo de 180 dias para adequação...
Em sessão realizada nesta segunda-feira (4), o Pleno Judiciário do Tribunal de Justiça de Rondônia (TJRO) declarou a inconstitucionalidade de dispositivos da Lei Municipal n. 3.489/2022, que estruturava a criação indiscriminada de cargos em comissão e funções gratificadas na Fundação Cultural de Ji-Paraná. Os cargos em questão possuíam natureza técnica e operacional. A sessão foi conduzida pelo desembargador Alexandre Miguel, presidente do Tribunal.
A Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) foi proposta pelo Ministério Público Estadual (MPRO) e o julgamento focou na natureza das atribuições criadas pela legislação municipal. De acordo com o parecer do procurador-geral, Alexandre Jésus Santiago, os cargos em questão possuíam natureza eminentemente técnica e operacional, confrontando a Constituição Federal, que estabelece que cargos de livre nomeação e exoneração devem se restringir exclusivamente às funções de direção, chefia e assessoramento.
O relator do processo, desembargador José Antonio Robles, destacou em seu voto que, embora a lei tenha cumprido os ritos formais de elaboração, houve vício material. Segundo o magistrado, a criação indiscriminada de cargos comissionados para atividades que não exigem relação de confiança política desvirtua o regime jurídico administrativo e viola princípios fundamentais como a impessoalidade, a moralidade e a obrigatoriedade do concurso público.
No entanto, a decisão atinge especificamente os itens 2 a 7 da Tabela 2 e os itens 1 a 13 da Tabela 3 da referida lei, que concentravam os cargos julgados incompatíveis com o regime de comissão.
A decisão pela inconstitucionalidade material foi tomada à unanimidade pelos membros do Pleno. No entanto, quanto aos efeitos da decisão, o Tribunal aplicou a técnica da modulação. Por maioria de votos, seguindo pedidos do Município de Ji-Paraná e do MPRO, os efeitos foram definidos como ex-nunc (não retroativos), com eficácia a partir de 180 dias da publicação do acórdão.
O prazo de aproximadamente seis meses visa permitir que a prefeitura realize a reestruturação administrativa necessária e organize a substituição dos profissionais sem interromper os serviços públicos essenciais da fundação.
Direta de Inconstitucionalidade n. 0807421-48.2025.8.22.0000
FONTE - TJRO.
Teve início nesta segunda-feira (4) pela manhã, em Guajará-Mirim, o julgamento referente à chacina que vitimou quatro pessoas da mesma família no bairro Santa Luzia, em 30 de dezembro de 2013.

A sessão de júri popular é realizada no Tribunal do Júri da comarca. O principal acusado, Tanus dos Santos, é apontado como autor dos disparos que mataram a namorada, os dois filhos dela e o irmão, em um crime motivado por ciúmes.
As vítimas foram Luciane Almeida, que na época tinha 28 anos, seus filhos Renato Almeida Paiva, de 5 anos, e Elizandro Almeida Lima Tavares, de 16, além do irmão dela Jokley Lima de Freitas, de 21 anos.
Mesmo foragido desde 11 de abril de 2016, quando fugiu do presídio Pandinha, em Porto Velho, o réu é julgado à revelia. O crime ganhou grande repercussão pela brutalidade e pelo fato de todas as vítimas serem da mesma família.
A sessão é presidida pelo juiz do TJRO Renan Kirihata. Na acusação, atuam os promotores de Justiça Luciano Aquino Rodrigues e Marcus Alexandre de Oliveira Rodrigues, do Ministério Público do Estado. A defesa é representada pelos defensores públicos estaduais Pedro Graziel Filgueira Peixoto e Gabriel Rabi Mendes Chaves.
A expectativa é que a sessão se estenda ao longo de todo o dia, com os detalhes do caso sendo apresentados pelas testemunhas e debates entre acusação e defesa, até a decisão final do corpo de jurados.
FONTE - TJRO.
A terça-feira será de calor elevado e aumento de nuvens em Rondônia, com previsão de pancadas de chuva ao longo do dia, conforme o Instituto Nacional de Meteorologia. O tempo segue abafado na maior parte do estado, com instabilidade típica da região amazônica.
No Cone Sul e no Vale do Guaporé, as temperaturas continuam altas, com mínima de 22 °C e máxima de até 32 °C em Vilhena. Já em Guajará-Mirim, os termômetros variam entre 24 °C e 33 °C, com possibilidade de chuvas passageiras.
A umidade do ar permanece elevada em todo o estado, mantendo o padrão climático com calor intenso e chuvas rápidas ao longo do dia.
Michelle compartilhou um vídeo no qual Ciro faz ataques diretos a Bolsonaro, e questionou apoio de pessoas da “direita” ao político cearense
A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL) usou as redes sociais, nesta segunda-feira (4/5), para compartilhar um vídeo antigo do pré-candidato Ciro Gomes (PSDB), no qual ele faz críticas ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Na legenda da publicação, Michelle questionou o apoio de pessoas que se identificam como de direita ao político cearense. “E ainda há pessoas da ‘direita’ apoiando esse indivíduo”, alfinetou.
Confira:
No vídeo divulgado, Ciro faz uma série de críticas à capacidade intelectual de Bolsonaro. Em um dos trechos, afirma que, para compreender o ex-presidente, seria necessário “entender a psicologia de um homem quase doente”.
Ciro também relembra episódios da trajetória de Bolsonaro no Exército Brasileiro, mencionando supostos conflitos com a hierarquia militar. Segundo ele, isso teria gerado um “sentimento de ressentimento contra oficiais de alta patente e contra pessoas com formação intelectual”.
Durante a fala, Ciro utiliza termos ofensivos ao se referir ao ex-presidente. “Por que o Bolsonaro tem esse ódio anti-intelectual? É porque ele é curto, a capacidade de raciocínio dele é abstrata. Ele é quase um burro, quase um jumento. Um cara imbecil mesmo.”, criticou Ciro no decorrer do vídeo.
Embate entre Michelle e Ciro não é recente
Essa não é a primeira vez que Michelle usa falas de Ciro Gomes contra Bolsonaro para questionar o apoio de figuras da direita. Em dezembro do ano passado, a ex-primeira-dama já havia publicado outros vídeos com críticas do ex-governador ao ex-presidente e à família Bolsonaro.
Em uma das publicações, Ciro afirmou ter sido colega de Bolsonaro na Câmara dos Deputados e o descreveu como “picareta do mais baixo clero”. Em outro trecho, acusou o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) de envolvimento em esquema de “rachadinha”, além de fazer ataques aos filhos do ex-presidente.
O embate nas redes sociais começou após as negociações de Ciro com integrantes do Partido Liberal (PL), no Ceará, em busca de apoio para uma eventual candidatura dele ao governo do Estado. Michelle se posicionou contra, desde o princípio. (Metrópoles)
A técnica de enfermagem indígena Gleicia Arikapú, de 38 anos, foi assassinada com um tiro no rosto dentro da Aldeia Arikapú, na Terra Indígena Rio Branco, zona rural de São Miguel do Guaporé. O principal suspeito do crime é o marido da vítima, que foi preso nesta segunda-feira após avanço das investigações.
| foto - divulgação PC/RO |
De acordo com testemunhas, o crime pode ter sido motivado por ciúmes, embora a circunstância ainda esteja sendo apurada. A polícia já havia identificado indícios de conflitos e ameaças anteriores entre o casal.
O suspeito alegou que o disparo foi acidental, versão que é contestada pelas investigações, que enquadram o caso como feminicídio.
Gleicia atuava na área da saúde indígena no polo base de Alta Floresta D’Oeste e era reconhecida pelo trabalho na comunidade. A morte gerou forte comoção entre familiares, colegas e moradores da região.
A Polícia Civil segue com as investigações, ouvindo testemunhas e aguardando laudos periciais para esclarecer a dinâmica do crime e confirmar a responsabilidade do suspeito.
Um homem condenado por homicídio qualificado e corrupção de menores foi preso nesta segunda-feira em Porto Velho, durante ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia. O indivíduo estava foragido da Justiça e possuía mandado de prisão definitiva em aberto, com pena de 13 anos e 4 meses de reclusão em regime fechado.
A captura ocorreu após diligências das equipes de investigação, que conseguiram localizar o suspeito na capital. A ordem judicial foi expedida pela Vara Única de Costa Marques, vinculada ao Tribunal de Justiça de Rondônia, após condenação já transitada em julgado.
De acordo com as autoridades, o foragido deverá responder pelos crimes de homicídio qualificado e corrupção de menores, reforçando a gravidade dos delitos atribuídos.
A operação foi conduzida pela FICCO em Rondônia, força que reúne Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e a Secretaria Nacional de Políticas Penais, com atuação integrada no enfrentamento ao crime organizado no estado.
FONTE - PF/RO
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