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A Polícia Federal realizou, na quinta-feira (9), a Operação Turbid River para combater o garimpo ilegal e outros crimes ambientais em áreas ...
A Polícia Federal realizou, na quinta-feira (9), a Operação Turbid River para combater o garimpo ilegal e outros crimes ambientais em áreas protegidas de Rondônia. A ação teve como foco as Terras Indígenas Roosevelt e o Parque do Aripuanã, regiões consideradas de alta sensibilidade ambiental e constantemente pressionadas pela exploração clandestina de recursos naturais.
Ao todo, 28 agentes participaram da ofensiva, que resultou na apreensão e inutilização de diversos equipamentos utilizados na atividade ilegal.
Entre os materiais recolhidos estão pás carregadeiras, motores, gerador de energia, combustível, aparelhos celulares, equipamentos de comunicação via satélite e estruturas de acampamento.
Durante a operação, também foi destruída uma ponte clandestina que vinha sendo utilizada por garimpeiros e madeireiros para acessar as áreas protegidas, facilitando a exploração ilegal na região.
O pagamento foi feito diretamente à ex-detenta para garantir a gravação do seu depoimento...
Segundo o F5, da Folha de S. Paulo, o pagamento foi feito diretamente à ex-detenta para garantir a gravação do seu depoimento.
A produção da Netflix tem o título provisório de “Suzane Vai Falar” e ganhou repercussão desde o último feriado após imagens de uma suposta pré-estreia viralizarem nas redes sociais.
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O atual marido de Suzane, o médico Felipe Zecchini Muniz, também faturou com o documentário, assim como outras pessoas da família. Nesse caso, o pagamento foi referente à autorização do uso de imagem e concessão de entrevistas.
Contudo, devido a um acordo de confidencialidade vitalício entre Suzane e a Netflix, nenhuma das partes pode falar publicamente o valor exato da transação. Além disso, o mesmo contrato garante que a ex-detenta não conceda entrevistas a outros veículos ou concorrentes da gigante do streaming por tempo determinado.
A produção foi iniciada em 2025, após o sucesso da série Tremembé relembrar os crimes conhecidos do chamado “presídio dos famosos”. A expectativa é de que o documentário relate sua vida em regime aberto. Essa é a primeira vez que Suzane dá qualquer depoimento ou entrevista desde a sua prisão, em 2002.
Suzane von Richthofen e outros detentos podem receber por produções documentais?
Em termos gerais, conforme visto nesta matéria do InfoMoney, a legislação brasileira não garante direito a pagamento dos criminosos para autorização de imagem ou contar suas histórias. Luiz Friggi, sócio da área cível e de resolução de conflitos do Simões Pires Advogados, explica que esse não é um direito garantido aos criminosos pois são fatos públicos, que já foram amplamente divulgados, e também de interesse público.
“No caso deles, são fatos públicos documentados em processo, com acesso público. Dessa forma, a obra, seja a literária ou a audiovisual, é ‘multibiográfica’ e não só dispensa autorização dos biografados, como também não gera obrigação de remunerá-los de qualquer forma”, afirma Friggi.
Segundo Daniela Poli Vlavianos, advogada do escritório Arman Advocacia, o artigo 20 do Código Civil assegura que a utilização da imagem de uma pessoa depende de consentimento, salvo se necessária à administração da justiça ou à manutenção da ordem pública.
“Como as produções que retratam crimes normalmente têm finalidade jornalística, documental ou de interesse público, a jurisprudência tende a afastar a obrigação de pagamento. O direito de imagem não se confunde com a exploração comercial de fatos públicos, e o criminoso não adquire, por seus atos ilícitos, o direito de lucrar sobre eles”, comenta Vlavianos.
Inclusive, os especialistas indicam que há entendimento doutrinário e projetos de lei que visam impedir que condenados obtenham qualquer ganho financeiro proveniente da exploração midiática de seus crimes.
O caso do documentário “Suzane Vai Falar” é diferente. Não há direito garantido para criminosos em lucrarem com suas histórias. Porém, eles podem ser pagos caso participem da produção, seja no roteiro ou no uso de imagens pessoais não públicas e não relacionadas ao crime.
Vlavianos, do escritório Arman Advocacia, explica que essa situação é excepcional porque houve uma cessão contratual específica entre Suzane e a Netflix.
“Nesses casos, a plataforma ou produtora celebra um contrato com a pessoa retratada para obter autorização de uso de imagem, voz e relatos pessoais. Esse pagamento não decorre de direito automático, mas de um ajuste voluntário entre as partes”, afirma.
Já no caso de Tremembé, a produção é baseada em dois livros de Ulisses Campbell — “Suzane: Assassina e manipuladora” e “Elize Matsunaga: A mulher que esquartejou o marido”. Dessa forma, é o autor do livro que pode ter direitos autorais a serem negociados, remunerados, cedidos para a fim de adaptação.
Quando se trata de produções ficcionais inspiradas em acontecimentos reais, a relação é diferente: a obra pode usar livremente fatos públicos, alterando nomes e contextos, sem precisar de autorização, desde que não cause dano moral ao retratado.
A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Rondônia realizou, na manhã desta sexta-feira (10), a prisão em flagrante de um suspeito por tráfico de drogas durante ação da Operação Protetor das Divisas e Fronteiras, em Alta Floresta D’Oeste.
| Foto - divulgação PF/RO |
| foto - divulgação PF/RO |
O homem poderá responder pelos crimes de tráfico de drogas, dano qualificado ao patrimônio público e desobediência.
A operação contou com apoio da Polícia Militar de Rondônia, por meio do Batalhão de Polícia de Fronteira e Divisas e do 10º Batalhão da PM.
A FICCO em Rondônia reúne forças da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais, com atuação integrada no enfrentamento ao crime organizado no estado.
A Polícia Civil de Rondônia divulgou a relação de 13 foragidos investigados por participação em um plano criminoso que tinha como alvo o Fórum de Rolim de Moura e uma loja de armas em Cacoal. Os suspeitos são apontados como integrantes de uma facção criminosa e tiveram os nomes e imagens tornados públicos para auxiliar nas buscas.
Todos possuem mandados de prisão registrados no Banco Nacional de Medidas Penais e Prisão.
A ofensiva policial mobilizou cerca de 150 agentes e resultou na prisão de 24 suspeitos, além do cumprimento de 40 mandados de busca e apreensão. Segundo a Polícia Civil, o grupo também é investigado por envolvimento com tráfico de drogas, lavagem de dinheiro, organização de sequestros e cárcere privado na região.
As apurações tiveram início após a prisão de seis integrantes suspeitos de manter duas pessoas em cárcere privado.
Durante a análise dos aparelhos celulares apreendidos, os investigadores encontraram mensagens que apontavam o planejamento dos ataques.
Informações sobre o paradeiro dos foragidos podem ser repassadas de forma anônima pelos telefones 197, 190 ou pelo WhatsApp (69) 3216-8940.
A polícia reforça o pedido de colaboração da população para auxiliar na localização dos suspeitos.
Veja a lista dos alvos dos mandados:
Vice-presidente dos Estados Unidos afirmou que espera diálogo positivo e reiterou que Trump deu 'diretrizes claras' à equipe...
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, embarcou no Air Force Two nesta sexta-feira (10), em direção a Islamabad, capital do Paquistão, onde irá liderar as negociações cruciais com os iranianos.
“Estamos ansiosos pela negociação. Acho que será positiva”, disse Vance a repórteres na pista de decolagem antes de sua partida. “Como disse o presidente dos Estados Unidos, se os iranianos estiverem dispostos a negociar de boa-fé, certamente estaremos dispostos a estender a mão. Se tentarem nos enganar, descobrirão que a equipe de negociação não está tão receptiva.”
Segundo o vide-presidente, Donald Trump deu à equipe de negociação, que também inclui os enviados Steve Witkoff e Jared Kushner, “diretrizes claras” sobre as negociações, sem entrar em detalhes.
“Vamos tentar ter uma negociação positiva. O presidente nos deu algumas diretrizes bastante claras e vamos ver o que acontece”, continuou ele.
fonte - Kit Maher, da CNN.
Cartolouco foi ouvido pela polícia após denúncia de ex-companheira, que relatou episódios de violência psicológica, patrimonial e física...
Cartolouco ganhou notoriedade nacional a partir de 2016, quando se tornou um dos rostos do Cartola FC, ligado ao Grupo Globo. O influenciador também participou de realities como A Fazenda 12 e Power Couple Brasil 6, além de manter forte presença nas redes sociais, onde reúne cerca de 1,2 milhão de seguidores no Instagram.
O caso tramita no 11º Distrito Policial de Santo Amaro e foi formalizado em março, a partir da denúncia de uma mulher de 32 anos, que afirma ter mantido um relacionamento com o influenciador por cerca de dez meses. As informações são da coluna Alicia Klein, do UOL.
Segundo o relato da denunciante, o relacionamento teria sido marcado por episódios de violência psicológica, moral, patrimonial e física ao longo do período.
A investigação reúne diferentes tipos de material probatório, incluindo mensagens, gravações, fotografias, registros de câmeras de segurança, laudos médicos e psicológicos, além de depoimentos de testemunhas.
FONTE - Letícia Perdigão/ METRÓPOLES.
A mudança não está só no asfalto. Aparece na rotina de quem precisa sair de casa todos os dias, trabalhar, estudar ou simplesmente circular pelo próprio bairro.
Morador do bairro Airton Sena, há 28 anos, o aposentado José Aparecido, de 67 anos, percebeu as mudanças “antes” e agora aproveita o “depois”.
“Antes era muita lama, não tinha condição nem de andar de bicicleta pra chegar aqui no CRAS (Centro de Referência de Assistência Social). Hoje melhorou muito. Eu ando o bairro todo de bicicleta, ficou bom demais.”
Além da mobilidade, seu José Aparecido também viu melhorias no transporte público. “Os ônibus também melhoraram. Antes vivia quebrando, agora não quebra mais. Pra mim, tá muito bom. O asfalto trouxe qualidade de vida.”
Autonomia
Para quem tem alguma limitação de mobilidade, o impacto é ainda maior. Moradora do bairro Marcos Freire há 10 anos, a cabeleireira Leida Nascimento conta que sair de casa era um desafio constante.
“Antes era muita lama, muito difícil pra sair de casa. Eu sou deficiente e acabava caindo, era complicado mesmo. Hoje melhorou bastante, já dá pra andar, já não é mais como antes.” reconhecendo que ainda existem pontos a serem melhorados, ela destaca a diferença que o asfalto já trouxe para a vida dos moradores.
“Comparando com antes, tá bem melhor. A rua tá boa, já não é mais aquela situação de lama. Mudou muito pra gente.”
E lembrou que a Companhia de Águas e Esgotos - CAERD, ao fazer qualquer serviço, precisa deixar como estava.
“A Caerd veio, abriu o asfalto, e não fecha com asfalto como estava. Isso prejudica os moradores e o bom trabalho que a prefeitura faz”.
Reconhecimento
Além da mudança na rotina, as famílias também destacam a qualidade das obras e os impactos positivos no dia a dia.
“Sobre o asfalto aqui tá ótimo, asfalto bom. Nessa gestão eu só tenho que elogiar. Sobre asfalto e iluminação tá bom demais.”
A percepção de melhoria não se limita a um único ponto da cidade. Para quem acompanha de perto, as mudanças já são visíveis em diferentes regiões.
“O trabalho não é só em um bairro, está acontecendo na cidade toda. A gente vê a melhoria, é isso que o povo quer.”
Serviços públicos
Com as ruas pavimentadas, o acesso a serviços essenciais também se torna mais fácil, garantindo conforto para a população.
Outro ponto importante é a redução dos impactos durante o período chuvoso, já que as vias passam a oferecer melhores condições de tráfego.
Veja os números de obras e melhorias na Zona Leste:
Nos últimos meses, diversas ruas de bairros da Zona Leste receberam obras de pavimentação, ampliando o acesso e melhorando a qualidade de vida da população.
Marcos Freire
Ronaldo Aragão
Cristal da Calama
Tancredo Neves
Três Marias
Esperança da Comunidade
Gestão
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Segundo o Secretário de obras, Thiago Cantanhede, as pavimentações seguem um cronograma. Thiago conta que ainda há muito por fazer, mas todos os dias o trabalho avança em vários pontos da região.
“As obras de pavimentação seguem avançando em diferentes pontos da cidade, como parte do planejamento para ampliar a infraestrutura urbana e garantir melhores condições de tráfego para a população”.
Com intervenções que chegam a diversos bairros, a expectativa é de que cada vez mais moradores possam sentir, na prática, as mudanças que vão além do asfalto e refletem diretamente na qualidade de vida.
“É pra isso que a gente trabalha, dia e noite, pra dar mais qualidade de vida pra população, para que possam sentir orgulho da nossa cidade, e que podem contar com a nossa secretaria” concluiu o secretário.
Texto: Helen Paiva
Foto: José Carlos
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Muitas vezes lembrada apenas em situações de emergência, a Defesa Civil de Porto Velho é uma superintendência capacitada e estruturada para atuar durante todo o ano no atendimento às comunidades em situação de vulnerabilidade dentro do território municipal.

Na manhã desta quinta-feira (9), a reportagem da Prefeitura de Porto Velho acompanhou mais uma importante ação humanitária voltada às comunidades ribeirinhas da região do Médio e Baixo Madeira, promovida pela Defesa Civil.
Ao todo, foram transportados mais de 1.200 litros de água potável e 110 caixas de hipoclorito, insumos fundamentais para garantir condições mínimas de saúde e qualidade de vida às famílias que vivem em áreas afetadas, tanto no período de cheia quanto na época da seca do Rio Madeira.
Para a realização da missão, foi necessária uma operação integrada com o apoio de outras pastas do município. A equipe percorreu a estrada da Penal e, em seguida, seguiu pela estrada portuária até a comunidade de Cujubim, de onde os materiais foram embarcados e transportados por via fluvial até Mutum e Bom Jardim, pequenos vilarejos ribeirinhos que, nesta época do ano, ficam frequentemente isolados.

A diretora de operações da Defesa Civil, Dani Maranhão, destacou a complexidade da logística, que evidencia o empenho dos profissionais envolvidos. Segundo ela, as equipes enfrentam longas jornadas, trechos de difícil acesso, variações climáticas e obstáculos naturais para garantir que a ajuda chegue a quem mais precisa.
“Nossa equipe está se mobilizando por terra e pelo rio para que toda a logística da missão seja realizada. Esse trabalho é, na maioria das vezes, um ato vocacional de quem gosta de ajudar e contribuir com a sociedade”, afirmou.
De acordo com o superintendente da Defesa Civil, Marcos Berti, a atuação é contínua ao longo de todo o ano, acompanhando de perto tanto os impactos da cheia quanto os períodos de estiagem, que também afetam diretamente a vida dos ribeirinhos.

“Esse trabalho permanente reafirma o compromisso da gestão municipal com a dignidade, a segurança e a assistência às populações mais vulneráveis. Hoje estamos atendendo essa comunidade, amanhã estaremos em outra, e assim o nosso trabalho segue, intenso e dedicado”, destacou.
Sob a liderança do prefeito Léo Moraes, a Prefeitura segue fortalecendo ações integradas que asseguram atendimento emergencial e suporte às comunidades tradicionais, promovendo cidadania e respeito às pessoas que vivem às margens do rio Madeira.
“A iniciativa desta quinta-feira é mais um exemplo do esforço conjunto entre poder público e equipes técnicas, que não medem esforços para superar desafios e levar assistência humanitária a todos os cantos do município”, finalizou o prefeito.
A missão também contou com a parceria da Secretaria Municipal de Administração (Semad), reforçando o trabalho conjunto da gestão municipal em prol da população.
Texto: João Paulo Prudêncio
Imagens: Helon Luiz
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
A Prefeitura de Porto Velho, por meio da Secretaria Municipal de Inclusão e Assistência Social (Semias), lançou Edital de Chamamento Público (nº 01/2026/Semias) para o credenciamento de empresas e instituições interessadas em integrar o Programa Municipal Empresa Amiga da Inclusão.
A iniciativa tem como objetivo ampliar o acesso de pessoas com deficiência e famílias atípicas a bens e serviços, por meio de parcerias com o setor produtivo local.
O período de inscrições ocorre de 9 a 16 de abril de 2026, com participação aberta a empresas privadas, microempreendedores individuais, sociedades empresariais e instituições de diversos segmentos.
As inscrições devem ser realizadas por meio eletrônico, através do formulário disponível no link:
Como funciona?
O programa parte do reconhecimento de uma realidade vivida diariamente por pessoas com deficiência e famílias atípicas, que enfrentam custos significativamente superiores à média da população, especialmente com saúde, terapias, educação especializada, transporte e adaptações. Ainda assim, seguem ativas no mercado, consumindo e influenciando decisões de compra, além de priorizarem empresas que adotam práticas inclusivas.
Nesse contexto, a proposta atua como um instrumento complementar de política pública, buscando reduzir esses impactos por meio da oferta de benefícios diretos, como descontos, gratuidade e condições especiais de pagamento.
Entre os objetivos da iniciativa estão a ampliação do acesso a bens e serviços essenciais, o fortalecimento de um sistema econômico mais inclusivo e o estímulo à participação ativa do setor produtivo nas estratégias de inclusão social. O programa também busca reconhecer e valorizar empresas que adotam práticas concretas de redução de desigualdades no cotidiano.
As empresas credenciadas deverão ofertar benefícios mínimos de 5% de desconto para pessoas que possuam a Carteira Municipal da Pessoa com Deficiência (CMPCD) ou a Carteira Municipal da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (CMIA). As condições deverão ser apresentadas de forma clara no ato da inscrição, incluindo o tipo de benefício, abrangência e prazo de vigência.
Como contrapartida institucional, o Município dará visibilidade às empresas participantes por meio de canais oficiais, incluindo o site da Prefeitura de Porto Velho, da Semias e o Observatório Municipal da Inclusão, com informações como logomarca, endereço e detalhamento dos benefícios ofertados. As empresas também poderão utilizar o Selo Empresa Amiga da Inclusão em suas comunicações, além de participar de campanhas, eventos e capacitações promovidas pela administração municipal.
Para permanecer no programa, será obrigatória a participação em capacitação anual, bem como a atualização das informações e condições dos benefícios ofertados. O selo terá validade de 12 meses.
O processo de seleção será conduzido por um Comitê Interno da Semias, que avaliará critérios como regularidade documental, clareza da proposta, relevância dos benefícios ofertados e compromisso com práticas inclusivas. O resultado final dos credenciados está previsto para o dia 30 de abril, com a entrega oficial do selo marcada para maio, durante evento institucional que também contará com a primeira capacitação das empresas participantes.
A diretora de Inclusão, Acessibilidade e Direitos Humanos da Semias, Lidiane Silva dos Santos, destaca que o programa fortalece uma política pública que gera impacto direto na vida das pessoas. “Estamos estruturando uma iniciativa que amplia o acesso e, ao mesmo tempo, incentiva as empresas a se prepararem melhor para atender pessoas com deficiência e famílias atípicas, com mais qualidade e responsabilidade”, afirma.
A secretária adjunta da Semias, Tércia Marília, ressalta que a proposta nasce da vivência com as famílias atendidas pelo município. “Sabemos que muitas famílias atípicas, especialmente aquelas que dependem do Benefício de Prestação Continuada, enfrentam despesas constantes com medicamentos, terapias e cuidados. Quando uma empresa oferece desconto ou condições diferenciadas, isso impacta diretamente o orçamento dessas famílias e melhora o acesso a serviços essenciais”, destaca.
Ela também reforça que a iniciativa aproxima o mercado dessa realidade. “O programa incentiva as empresas a se capacitarem e compreenderem que pessoas com deficiência e famílias atípicas consomem, escolhem e priorizam empresas que incluem. Isso fortalece essa relação e amplia oportunidades para todos.”
O prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, afirma que o programa integra as ações de fortalecimento das famílias atípicas previstas no plano de governo. “Estamos promovendo uma política pública que conecta inclusão com desenvolvimento. É uma iniciativa que gera impacto direto na vida das pessoas e, ao mesmo tempo, fortalece o setor produtivo, criando uma cidade mais justa, acessível e preparada para todos”, afirmou.
Confira o Edital de Chamamento Público nº 01/2026/Semias.
Texto: Semias
Foto: Leandro Morais
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
Uma verdadeira força-tarefa já retirou mais de 105 mil toneladas de resíduos das ruas de Porto Velho, transformando o cenário urbano da capital. O resultado é fruto do trabalho intenso e contínuo da Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seinfra), com dados do Limpômetro que abrangem o período de janeiro de 2025 a março de 2026 e evidenciam a dimensão das ações realizadas em toda a cidade.
Para se ter uma ideia do volume, esse total equivale a cerca de 7 mil caminhões de lixo completamente cheios, considerando uma média de 15 toneladas por veículo. O número também representa o peso de mais de 17 mil elefantes africanos adultos, o que reforça o impacto e a grandiosidade do trabalho executado.
O prefeito Léo Moraes reforçou o impacto direto das ações. “Estamos executando um trabalho contínuo, com planejamento e presença nos bairros. A limpeza urbana impacta diretamente a saúde pública e a qualidade de vida. Seguimos avançando e contamos com o apoio da população para manter a cidade organizada”.
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Ainda de acordo com os números, somente nos três primeiros meses de 2026, já foram recolhidas 10.256 toneladas de resíduos, o equivalente a aproximadamente 680 caminhões de lixo cheios. Os dados mostram que o ritmo de trabalho segue intenso, com atuação constante das equipes em diferentes regiões da cidade.
CIDADE RENOVADA
Esse resultado é fruto de planejamento estratégico, organização das frentes de serviço e presença diária nos bairros. A atuação da Seinfra vai além da limpeza, contribuindo diretamente para a saúde pública, a prevenção de alagamentos e a organização dos espaços urbanos. O secretário-executivo da Seinfra, Giovanni Marini, destacou que os números refletem o empenho das equipes e o compromisso com a cidade.
“Esse volume expressivo de resíduos recolhidos é resultado de um trabalho planejado e contínuo. Nossas equipes estão diariamente nas ruas, atuando em todas as regiões, com o objetivo de manter a cidade limpa, organizada e mais segura para a população”.
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O impacto das ações também é percebido no dia a dia dos moradores, com ruas mais limpas, redução de pontos críticos de lixo e melhoria no escoamento das águas durante o período de chuvas. Para o prefeito de Porto Velho, Léo Moraes, os resultados demonstram o compromisso da gestão com a qualidade de vida da população.
“Estamos trabalhando com planejamento e responsabilidade para transformar a cidade. Esses números mostram que estamos avançando, com ações concretas que impactam diretamente na saúde, no bem-estar e na dignidade das pessoas. Todo esse trabalho segue de forma contínua e conto também com a colaboração da nossa população,”, finalizou o prefeito.
TRABALHO INTENSO
A Operação Cidade Limpa é uma iniciativa da Prefeitura de Porto Velho, que reúne um conjunto de ações contínuas voltadas à limpeza e organização urbana. O trabalho inclui serviços como recolhimento de entulhos, retirada de lixo acumulado, roçagem, capina, limpeza de canais e manutenção de vias e espaços públicos.
Presente em diversos bairros da capital, a operação tem como objetivo melhorar a qualidade de vida da população, prevenir alagamentos, reduzir riscos à saúde e manter a cidade mais limpa, segura e bem cuidada, contando também com a colaboração dos moradores no descarte correto de resíduos.
Texto: André Oliveira
Fotos: José Carlos
Secretaria Municipal de Comunicação (Secom)
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