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Giovanna Santos faturou prata e Giovani Ferreira bronze na Áustria O Brasil assegurou mais duas medalhas e encerrou o Grand Prix de judô na ...
Giovanna Santos faturou prata e Giovani Ferreira bronze na Áustria
O Brasil assegurou mais duas medalhas e encerrou o Grand Prix de judô na Áustria neste domingo (8) com seis pódios. Giovanna Santos faturou prata após revés contra a atual vice-campeã olímpica, a israelense Raz Hershko, na final da categoria acima dos 78 quilos. Já Giovani Ferreira arrematou o bronze ao derrotar o húngaro Zsombor Veg no último embate dos 100 kg.
Primeiro Grand Prix da temporada, o torneio na Áustria conta pontos no ranking mundial que classifica para a Olimpíada de Los Angeles 2028. Apenas os 17 melhores em cada categoria e gênero, até 17 de julho de 2028, garantirão vaga direta no megaevento olímpico.
A peso-pesado Giovanna Santos, a Gigi Santos, somou três vitórias para chegar a sua primeira final no circuito mundial organizado pela Federação Internacional de Judô (IJFm na sigla em inglês). Antes a brasileira já fora bronze duas vezes em edições de Grand Prix – Áustria (2023) e Guadalajara (2025).
Na estreia hoje, Gigi Santos derrotou com um yuko Rochele Nunes – compatriota naturalizada portuguesa – e, na sequência, despachou Emma-Melis Aktas (Estônia) para a repescagem, também com yuko. Na semifinal, a brasileira voltou a vencer, ao aplicar novo yuko contra a primeira adversária israelense do dia, Alma Mishiner. Depois,a brasileira brasileira travou um duelo equilibrado, mas deixou escapar o ouro no fim, ao levar uma chave de braço da israelense Hershko.
O segundo brasileiro a subir ao pódio hoje foi Giovani Ferreira, conhecido pelo apelido de Pezão. O brasileiro venceu três lutas seguidas na disputa dos 100 kg - o tcheco Frantisek Lhotzky, o eslovaco Peter Zilka e o português Jorge Fonseca, medalhista olímpico e ex-campeão mundial – antes de cair na semifial para o ucraniano Anton Savytskiy, que mais tarde foi campeão na categoria. Na decisão do bronze, Pezão chegou a sofrer três yukos do húngaro Zsombor Veg, mas se recuperou a tempo de desferir um waza-ari (golpe com pontuação superior ao yuko) para garantir o bronze.
Outros dois brasileiros ficaram perto do pódio. Rafael Macedo jterminou em quinto lugar na categoria até 90 kg. Ele somou três lutas vitórias, antes de ser superado na semifinal pelo atual campeão , o georgiano Tato Grigalashvili. Depois, na luta pelo bronze, Macedo foi superado pelo japonês Shunta Nakamura. Beatriz Freitas também encerrou o Grand Prix na quinta posição dos 78 kg. Venceu na estreia, caiu nas quartas, passou pela repescagem, mas sucumbiu na luta pelo bronze contra a eslovena Metka Lobnik.
O Brasil abriu o primeiro dia de Grand Prix, na última sexta-feira (8), com prata de Ronald Lima (-66kg) e o bronze de Gabriela Conceição (-52kg). No sábado, somou outros dois pódios, com ouro da carioca Rafaela Silva (- 63 kg) e bronze do gaúcho Daniel Cargnin (-73 kg).
O próximo compromisso do Brasil no circuito mundial será o Grand Slam de Tbilisi (Geórgia), entre 20 e 22 de março. (Agência Brasil)
Assembleia de Peritos é a responsável pela eleição. Mídia estatal confirma o nome do segundo filho do aiatolá morto como líder supremo
O Irã anunciou, neste domingo (8/3), que o segundo filho do aiatolá Ali Khamenei, Motjaba Khamenei, de 56 anos, foi escolhido como novo líder supremo do país. Ele é, atualmente, clérigo de posição intermediária e conhecido por ter fortes ligações com a Guarda Revolucionária Islâmica, a força militar mais influente do Irã. A informação foi confirmada pela mídia estatal iraniana.
“Com a maioria dos votos, foi escolhida a pessoa que dará continuidade ao legado do Imam Khomeini e do mártir Imam Khamenei. O nome de Khamenei permanecerá”, disse Eshkevari Hosseinali, membro da Assembleia de Peritos do Irã, em um vídeo divulgado pela mídia iraniana na manhã deste domingo.
A instituição é responsável por eleger o líder máximo do país desde a Revolução Islâmica de 1979. O anúncio oficial depende do chefe do secretariado da Assembleia — composta por 88 aiatolás.
Mojtaba Khamenei é um religioso xiita que, durante muitos anos, não esteve entre os clérigos de maior prestígio da hierarquia religiosa iraniana. No islamismo xiita, os religiosos são classificados conforme a formação teológica e a influência que exercem. Antes de receber o título de aiatolá, ele era considerado um clérigo de nível intermediário, ou seja, tinha formação religiosa, mas ainda não fazia parte do grupo mais influente de autoridades religiosas.
Morte
Líder religioso e político, o aiatolá Khamenei, 86 anos, ocupou o cargo mais importante do país por mais de três décadas, em um regime marcado pela repressão a opositores e duras políticas de costumes.
Ele acumulava as funções de líder religioso e político, atuando como chefe de Estado e comandante-chefe, além de ter a palavra final sobre as políticas públicas do país. Foi assassinado em 28 de fevereiro durante os ataques conjuntos conduzidos por Israel e Estados Unidos contra o Irã. O governo decretou 40 dias de luto nacional e sete feriados. (Metrópoles)
Mesmo com a guerra, Trump disse que está mais popular que nunca com a base de seu movimento Make America Great Again (MAGA)
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse neste domingo, 8, ao canal americano ABC que quem for escolhido para liderar o Irã “não vai durar muito” se não receber sua aprovação prévia.
“Se ele não tiver nossa aprovação, não vai durar muito”, disse Trump à ABC News. “Queremos garantir que não tenhamos que voltar a cada 10 anos, quando não houver um presidente como eu que faça isso.”
A entrevista ocorreu no domingo, embora não esteja claro se foi antes ou depois de a mídia estatal iraniana ter noticiado que os clérigos estavam prestes a anunciar a escolha do novo líder supremo.
O presidente ainda disse que, mesmo com a guerra, ele está mais popular que nunca com a base de seu movimento Make America Great Again (MAGA), agenda que o republicano tem utilizado desde a corrida eleitoral de políticas protecionistas.
“O que estamos fazendo é algo muito típico do MAGA. Muito, muito típico do MAGA”, acrescentou. “Estou no ponto mais alto da minha vida em termos de apoio ao MAGA.”
Novo líder iraniano
A Assembleia dos Guardiões do Irã escolheu neste domingo, 8, novo líder supremo do país, que sucederá o aiatolá Ali Khamenei, morto em 28 de fevereiro no início da guerra movida por americanos e israelenses contra o país persa.
O nome do novo comandante do país, no entanto, ainda não foi divulgado. “O candidato mais apropriado foi nomeado”, declarou Mohsen Heydari, representante da província de Khuzestão na assembleia, segundo a agência Irna.
Outro membro do órgão, Mohamad Mehdi Mirbagheri, confirmou em um vídeo divulgado pela agência Fars que um nome foi indicado. A pessoa escolhida para ser o próximo líder supremo deve ser alguém a quem os Estados Unidos se opunham.
Ataques continuam
Várias explosões atingiram neste domingo a província iraniana de Yazd, no centro do Irã, informou a agência estatal Irna, em meio ao nono dia da guerra entre o país e a aliança formada por Estados Unidos e Israel.
Segundo a Irna, as detonações ocorreram na periferia da cidade de Yazd, capital da província de mesmo nome.
Também neste domingo foram registradas explosões em outros pontos do território iraniano, incluindo a capital, Teerã, e a província de Isfahã, igualmente situada na região central do país. Não houve informações imediatas sobre vítimas ou danos
No início da madrugada no horário brasileiro, a distribuição de combustível em Teerã foi temporariamente interrompida após ataques dos Estados Unidos e de Israel contra depósitos de petróleo na capital iraniana e em áreas próximas, informou o prefeito da cidade, Mohammad Sadegh Motamedian.
Segundo ele, os bombardeios provocaram danos na rede de abastecimento de combustível, o que levou à suspensão temporária da distribuição.
“Em razão dos danos na rede de fornecimento de combustível, a distribuição foi temporariamente interrompida”, disse Motamedian, citado pela Irna. (Com agências internacionais).
OSLO, 8 Mar (Reuters) – A embaixada dos Estados Unidos em Oslo foi atingida por uma forte explosão na madrugada de domingo, causando pequenos danos, mas sem feridos, no que pode ter sido um ataque deliberado ligado à crise no Oriente Médio, informou a polícia norueguesa.
‘É natural ver isso no contexto da situação atual de segurança e que poderia ser um ataque deliberadamente direcionado à embaixada dos EUA’, disse Frode Larsen, chefe da unidade de investigação da polícia de Oslo, em uma coletiva de imprensa.
Nenhum suspeito foi identificado até o momento, mas a polícia está procurando por um ou vários autores da ação e está cooperando estreitamente com a embaixada, disse Larsen.
‘Uma de nossas hipóteses é que se trata de terrorismo, mas também estamos explorando outras opções’, disse Larsen posteriormente à emissora pública NRK.
A explosão no complexo da embaixada, no oeste de Oslo, ocorreu à 1h da manhã no horário local, lançando uma fumaça espessa na rua próxima à entrada da seção consular, segundo testemunhas oculares.
O governo norueguês entrou em contato com as autoridades da embaixada dos EUA para informar que esse foi ‘um ato inaceitável que levamos muito a sério’, disse o ministro das Relações Exteriores, Espen Barth Eide, em um comunicado.
‘A segurança das missões diplomáticas é muito importante para nós’, disse ele.
A polícia disse que nenhum outro dispositivo explosivo foi encontrado na área.
A embaixada dos EUA encaminhou todas as perguntas ao Departamento de Estado dos EUA, quando contatada pela Reuters. O Departamento de Estado não respondeu imediatamente a um pedido de comentário.
(Reportagem de Gwladys Fouche, Nora Buli e Terje Solsvik em Oslo; reportagem adicional de Sergio Non em Washington)
Número de mortos chega a quase 400
BEIRUTE, 8 Mar (Reuters) – Militares de Israel disseram que atingiram comandantes iranianos na capital libanesa na madrugada de domingo, expandindo o escopo de sua campanha para o coração de Beirute após dias de ataques que deixaram quase 400 pessoas mortas.
O ataque com drone foi o primeiro dentro dos limites da cidade da capital libanesa desde que as hostilidades entre Israel e o Hezbollah foram retomadas na semana passada, e ocorreu em meio a um pesado bombardeio nos subúrbios ao sul de Beirute e no sul e leste do país.
Israel disse que tinha como alvo os principais comandantes da Força Quds de elite da Guarda Revolucionária do Irã, mas não os nomeou.
“Os comandantes do Corpo do Líbano da Força Quds operavam para promover ataques terroristas contra o Estado de Israel e seus civis, enquanto operavam simultaneamente para o IRGC no Irã”, disseram os militares israelenses em um comunicado.
Israel amplia ataques ao Irã enquanto Teerã se movimenta para nomear novo líder supremo
DUBAI/JERUSALÉM, 8 Mar (Reuters) – As forças israelenses expandiram o bombardeio contra o Irã durante a noite, atingindo depósitos de combustíveis perto de Teerã, enquanto o Barein disse que um ataque iraniano danificou uma de suas usinas de dessalinização, indicando um ataque cada vez maior à infraestrutura vital em toda a região.
Com a escalada dos combates no nono dia da campanha israelense-americana contra o Irã, Teerã se aproximou da nomeação de um novo líder supremo após o assassinato do aiatolá Ali Khamenei, com todos os indícios sugerindo que seu poderoso filho Mojtaba poderia assumir o comando.
Militares de Israel ameaçaram matar qualquer substituto de Khamenei, enquanto o presidente dos EUA, Donald Trump, disse que a guerra só terminaria quando os militares e os governantes do Irã fossem eliminados.
Fumaça preta paira sobre Teerã
Uma fumaça preta espessa e sufocante pairou sobre Teerã neste domingo, segundo moradores locais, depois que ataques a instalações de armazenamento de petróleo iluminaram o céu noturno com colunas de chamas alaranjadas.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã, Esmaeil Baghaei, disse que o ataque em larga escala marcou uma ‘nova e perigosa fase’ do conflito e equivaleu a um crime de guerra.
‘Ao atacar depósitos de combustíveis, os agressores estão liberando materiais perigosos e substâncias tóxicas no ar, envenenando civis, devastando o meio ambiente e colocando vidas em risco em grande escala’, escreveu ele no X.
O porta-voz militar israelense, tenente-coronel Nadav Shoshani, disse a repórteres que os depósitos eram usados para abastecer o esforço de guerra do Irã, incluindo a produção ou o armazenamento de propelente para mísseis balísticos. ‘Eles são um alvo militar legal’, disse ele.
Logo após o ataque, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, disse que seu governo continuaria com o ataque e atacaria os governantes do Irã ‘sem piedade’.
‘Temos um plano organizado com muitas surpresas para desestabilizar o regime e permitir a mudança’, disse ele em uma declaração em vídeo. ‘Temos muitos outros alvos.’
Trump disse aos repórteres a bordo do Air Force One que não estava interessado em negociar o fim do conflito que fez os preços da energia dispararem, prejudicou negócios e paralisou viagens globais.
‘Em algum momento, acho que não sobrará ninguém para dizer: ‘Nós nos rendemos”, disse Trump.
Drones iranianos atacam estados do Golfo
Os governos da Arábia Saudita, Kuweit, Emirados Árabes Unidos e Barein relataram ataques de drones iranianos em seus países no sábado e no início deste domingo, com um enorme incêndio engolfando um bloco de escritórios do governo no Kuweit.
O Ministério do Interior do Kuweit disse que dois de seus oficiais foram mortos ‘enquanto desempenhavam suas funções’. Já os Emirados Árabes Unidos afirmaram que quatro trabalhadores migrantes haviam morrido em ataques iranianos até o momento.
Mostrando a intensidade da ofensiva, os Emirados Árabes Unidos disseram que as equipes de defesa aérea derrubaram 16 mísseis balísticos e 113 drones disparados contra o Estado do Golfo no domingo. Um míssil caiu no mar e quatro drones atingiram os territórios do país.
O Barein disse neste domingo que um ataque de drones iranianos havia causado ‘danos materiais’ a uma usina de dessalinização, embora a autoridade de eletricidade e água do país tenha dito que o ataque não havia interrompido o abastecimento de água.
Foi a primeira vez que um país árabe disse que o Irã atacou uma instalação de dessalinização durante o conflito. No sábado, o Irã disse que um ataque dos EUA havia atingido uma usina de dessalinização de água doce na ilha de Qeshm, interrompendo o fornecimento de água em 30 vilarejos, chamando-o de ‘um movimento perigoso com graves consequências’.
A Arábia Saudita disse a Teerã que os contínuos ataques iranianos ao reino e seu setor de energia poderiam levar Riad a responder da mesma forma, disseram à Reuters pessoas familiarizadas com o assunto.
O Líbano também foi arrastado para o conflito depois que o grupo militante Hezbollah, apoiado pelo Irã, lançou foguetes e drones contra Israel na semana passada, com quase 400 pessoas mortas por Israel na última semana, informou o Ministério da Saúde.
Israel matou pelo menos quatro pessoas ao atacar um hotel no centro de Beirute neste domingo, dizendo que tinha como alvo comandantes iranianos que operavam na cidade — o primeiro ataque desse tipo no coração da capital libanesa — em meio a um pesado bombardeio nos subúrbios do sul e no sul e leste do país.
Irã se aproxima da nomeação do novo líder
O corpo clerical encarregado de escolher o próximo líder supremo do Irã pode se reunir já no domingo para nomear o sucessor de Khamenei, que foi morto em um ataque no início do conflito, informou a mídia iraniana.
Um consenso majoritário sobre o sucessor foi mais ou menos alcançado, disse o membro da Assembleia de Especialistas, aiatolá Mohammad Mehdi Mirbaqeri, de acordo com a agência de notícias Mehr.
Outro membro do conselho, o aiatolá Mohsen Heidari Alekasir, disse em vídeo que um candidato havia sido selecionado com base na orientação de Khamenei de que o líder máximo do Irã deveria ser ‘odiado pelo inimigo’.
Duas fontes iranianas disseram à Reuters na semana passada que o claro favorito era o filho de Khamenei, Mojtaba Khamenei, que acumulou poder sob o comando de seu pai como uma figura sênior nas forças de segurança e no vasto império de negócios que eles controlam. Escolhê-lo seria um sinal de que a linha dura continua firmemente no comando.
(Reportagem dos escritórios da Reuters; Texto de John Geddie e Crispian Balmer)
O presidente francês manteve conversas telefônicas com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump
Em mensagem na rede social X, o presidente da França, Emmanuel Macron, reforçou a necessidade de que o Irã “cesse imediatamente” os seus ataques contra os países da região do Oriente Médio.
O líder francês reforçou, ainda, a importância de reduzir a escalada militar e de preservar a estabilidade regional, enquanto a comunidade internacional acompanha com preocupação os recentes confrontos e trocas de ataques na região.
O presidente francês manteve conversas telefônicas com o presidente do Irã, Masoud Pezeshkian, e com o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em meio às tensões crescentes entre os dois países.
As conversas acontecem em um momento delicado, marcado pelo aumento das tensões entre o Irã e outros países do Oriente Médio, o que levanta temores de um conflito mais amplo. Macron segue liderando o único esforço diplomático para tentar interromper o conflito no Oriente Médio.
Ministro considerou as informações prestadas anteriormente insuficientes para verificar o cumprimento das determinações
O ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (8/3) que o procurador-geral de Justiça do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) apresente, em até 72 horas, informações complementares que comprovem o cumprimento das decisões sobre o pagamento de verbas indenizatórias, os chamados penduricalhos.
Na decisão, o decano da Suprema Corte, que é relator do caso, determina que o procurador deve encaminhar “indicação detalhada e discriminada de todas as verbas remuneratórias e indenizatórias (gratificações, adicionais, indenizações e outros congêneres), inclusive eventuais valores retroativos, que tenham sido autorizados e efetivamente pagos nos meses de janeiro e fevereiro de 2026”.
Mendes também pede “a indicação das datas precisas em que foram autorizados os pagamentos e em que efetivamente foram realizados, acompanhada das respectivas documentações comprobatórias contemporâneas aos atos de autorização, aptas a demonstrar o momento exato em que foi encaminhada à instituição financeira responsável a ordem de pagamento”.
No documento, Gilmar cita a primeira decisão proferida nos autos, em 23 de fevereiro, que proibiu imediatamente o pagamento de valores retroativos.
Ele ainda justifica a ação afirmando que considerou que as informações prestadas anteriormente pelo procurador-geral foram insuficientes para verificar o cumprimento das determinações anteriores. (Metrópoles)
Caso ocorreu na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas, na última quarta-feira (3/3). Ministério Público Federal (MPF) vai investigar
O Ministério Público Federal (MPF) abriu, nesse sábado (7/3), uma investigação para apurar uma denúncia de ameaça e possível agressão contra um indígena ocorrida na terça-feira (3/3), na Terra Indígena Vale do Javari, no Amazonas.
A região é conhecida por registrar conflitos frequentes relacionados a invasões e à exploração ilegal de recursos naturais, especialmente a pesca predatória. O território é o mesmo onde o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram assassinados em 2022.
A denúncia foi feita pela União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Univaja). Segundo a entidade, o indígena teria sido abordado por pescadores ilegais não indígenas enquanto pescava em um lago do rio Ituí, nas proximidades da aldeia Beija-Flor, do povo Matis.
Ele teria sido ameaçado, imobilizado e amarrado dentro de uma embarcação. Em seguida, os suspeitos o teriam deixado à deriva no meio do rio.
A Univaja alega ainda que pertences da vítima teriam sido levados pelo grupo. O indígena foi encontrado no dia seguinte, quarta-feira (4/3), durante buscas realizadas na região, coordenadas por um cacique da comunidade.
MPF pede mais informações
O responsável pelo inquérito, o procurador da República Guilherme Diego Rodrigues Leal, solicitou informações a diferentes órgãos para reunir dados sobre o ocorrido e a situação de segurança na área.
Um dos ofícios foi enviado à Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai), que terá dois dias para informar se há registros recentes de invasões, pesca ilegal ou outras atividades ilícitas no trecho indicado da terra indígena. O órgão também deverá relatar eventuais medidas de proteção territorial adotadas ou planejadas para a região.
O procurador também pediu informações ao Distrito Sanitário Especial Indígena Vale do Javari (Dsei) para verificar se a vítima recebeu atendimento médico ou acompanhamento após o episódio.
Outros pedidos foram encaminhados à União dos Povos Indígenas do Vale do Javari (Unijava), que poderá fornecer detalhes adicionais sobre o caso, e ao Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). O instituto deverá informar se há registros recentes de fiscalização, autuações ou operações contra pesca ilegal na região do rio Ituí.
A investigação busca esclarecer as circunstâncias da agressão e identificar os responsáveis pelo ataque. O episódio ocorreu em uma área remota do oeste do Amazonas que, nos últimos anos, tem sido alvo de disputas envolvendo atividades ilegais e a presença de invasores em territórios indígenas. (Metrópoles)
Por meio de nota, o ministro negou informação e apontou “premissas fáticas inexistentes” sem a devida “verificação dos fatos”
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes negou, por meio de nota neste domingo (8/3), que tenha frequentado a casa de Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, em Trancoso (BA).
O magistrado afirmou que nunca realizou nenhuma viagem com o empresário e lamentou “publicação de informações baseadas em premissas fáticas inexistentes” sem a “devida verificação da realidade dos fatos”.
As primeiras extrações dos telefones do banqueiro mostram que ele mantinha relação próxima com autoridades dos Três Poderes. Um dos nomes apontados é de Moraes. Em 17 de novembro, dia em que foi preso pela primeira vez, o dono do Master escreveu uma mensagem — que seria para o magistrado — perguntando se ele tinha conseguido “bloquear” algo.
Segundo o ministro do STF, as mensagens não conferem com seus contatos nos arquivos apreendidos pela Polícia Federal. Moraes afirma que os prints estão vinculados a outras pessoas da lista de contatos do empresário.
Leia a nota a íntegra
“O gabinete do ministro Alexandre de Moraes informa que é integralmente falsa a afirmação publicada pelo blog de Lauro Jardim, no portal O Globo, de que o Ministro tenha frequentado a casa de Vorcaro em Trancoso (BA).
O Ministro jamais realizou qualquer viagem particular com Daniel Vorcaro para qualquer destino.
O Ministro reitera que nunca esteve na propriedade citada, sendo improcedentes as tentativas de vincular sua agenda pessoal ou profissional a tais encontros.
Lamenta-se a publicação de informações baseadas em premissas fáticas inexistentes, sem a devida verificação da realidade dos fatos.” (Metrópoles)
Eclipse solar será o mais longo observado em terra firme no século 21, segundo estimativas de astrônomos
Um eclipse solar total previsto para ocorrer em 2 de agosto de 2027 deve transformar o dia em noite por alguns minutos em diversas regiões do planeta.
Em determinados pontos da Terra, o fenômeno poderá provocar até 6 minutos e 22 segundos de escuridão.
Com essa duração, o evento é considerado o eclipse solar total mais longo registrado em terra firme durante o século 21, de acordo com cálculos feitos por astrônomos.
A observação parcial do fenômeno será possível em várias áreas da Europa, da África e da Ásia, enquanto a fase de totalidade ficará restrita a uma faixa específica do planeta.
Eclipse solar deixará dez países ‘no escuro’
A fase mais impressionante do eclipse solar é conhecida como totalidade, momento em que a Lua cobre completamente o Sol. Essa etapa só poderá ser vista dentro de uma faixa relativamente estreita da superfície terrestre.
A região onde ocorrerá o bloqueio total da luz solar terá cerca de 258 quilômetros de largura.
Durante o fenômeno, a sombra da Lua percorrerá mais de 15 mil quilômetros sobre a Terra, atravessando dez países ao longo do trajeto.
Entre os territórios que estarão dentro dessa faixa estão:
Espanha
Marrocos
Argélia
Tunísia
Líbia
Egito
Sudão
Arábia Saudita
Iêmen
Somália
No total, o fenômeno poderá alcançar cerca de 2,5 milhões de quilômetros quadrados da superfície terrestre.
Alguns locais são considerados especialmente favoráveis para acompanhar o evento, como a cidade de Tarifa, no sul da Espanha, regiões costeiras da Tunísia e também Luxor, no Egito.
Por que a duração será tão longa?
A longa duração do fenômeno está ligada à posição da Lua no momento em que ocorrer o alinhamento com a Terra e o Sol. Na data do evento, o satélite natural estará no perigeu, ponto da órbita em que se encontra mais próximo da Terra.
Essa proximidade faz com que a sombra projetada pela Lua sobre o planeta seja maior, o que permite que o Sol permaneça encoberto por um período mais prolongado. Outro fator relevante é que o evento faz parte da chamada série Saros 136, um ciclo conhecido por produzir eclipses com períodos mais longos de totalidade.
Astrônomos indicam que um eclipse com duração superior à prevista para 2027 só deverá ocorrer novamente no ano de 2114.
Como o céu ficará escuro durante o fenômeno?
Mesmo nas regiões que estarão dentro da faixa de totalidade, o ambiente não ficará completamente escuro como acontece à noite.
Durante o período em que o Sol estiver totalmente encoberto pela Lua, a paisagem deve lembrar um crepúsculo repentino, semelhante ao entardecer ocorrendo de forma abrupta no meio do dia.
A luminosidade diminui de forma significativa, mas ainda é possível observar o horizonte. Isso acontece porque parte da luz solar continua sendo espalhada pela atmosfera terrestre, iluminando o céu ao redor da área atingida pela sombra da Lua.
A influenciadora brasileira foi convidada da grife e acompanhou um dos desfiles mais aguardados da temporada
A influenciadora Virginia Fonseca marcou presença pela primeira vez no Paris Fashion Week ao comparecer ao desfile da Balenciaga, neste sábado (7/3). A brasileira foi convidada da marca e sentou na primeira fileira de uma das mais aguardadas apresentações da temporada de outono/inverno 2026.
Vem saber mais!
A influencer foi convidada da grife
Virginia no Paris Fashion Week
A participação de Virginia no desfile da Balenciaga marca a estreia da influenciadora em uma semana de moda internacional. A brasileira desembarcou em Paris após uma temporada de férias em Madri com o namorado, o jogador do Real Madrid Vini Jr., e prestigiou o evento da maison espanhola.
Para a ocasião, ela apostou em um look da própria grife, all black e com transparência. O styling contou com óculos escuros, luvas, bolsa e botas, um visual completo assinado pela etiqueta. Nas redes sociais, Virginia compartilhou visuais apresentados pela Balenciaga no desfile.
Virginia Fonseca estreia no Paris Fashion Week
Look transparente da grife
Convidada da Balenciaga
A agenda da influenciadora na capital francesa foi intensa. Desde a chegada, ela participou de compromissos organizados pela marca, incluindo jantar exclusivo, visitas a espaços da grife e experiências ligadas ao universo criativo da casa fundada por Cristóbal Balenciaga.
Atividades de moda em Paris
Lugar marcado para a brasileira
A presença de Virginia no Paris Fashion Week também reforça uma estratégia cada vez mais comum das grandes maisons: aproximar o universo do luxo de criadores de conteúdo e influenciadores digitais. Com mais de 50 milhões de seguidores, Virginia é um dos maiores nomes do Instagram brasileiro, assim como seu namorado, Vini Jr., com quase 60 milhões. (Metrópoles)
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