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Estado é referência em tecnologia na segurança pública

Investimentos na área de tecnologia contribuíram para dinamizar o trabalho pericial.

Rondônia tem sido referência nacional em termos de investimentos em tecnologia na área de segurança pública, conforme destacou a diretora adjunta da Polícia Técnico-Científica de Rondônia (Politec), Ana Júlia Frazão Paiva. Segundo ela, os registrados nas ações em 2019 contribuíram para que a Politec despontasse como uma instituição de ponta no uso da tecnologia da informação (TI) alinhada com a política da Secretaria Nacional de Segurança Pública.

Como resultado do trabalho realizado, Ana Júlia Paiva mencionou que a Politec rondoniense passou a integrar o Banco Nacional de Perfis Genéticos, sob o comando e gestão da Secretaria Nacional de Segurança Pública (Senasp/MJ), como parte integrante de um grande programa voltado para o setor de segurança do país, coordenado diretamente pelo ministro Sérgio Moro, da Justiça e Segurança Pública. Segundo ela, isso está resultando na elucidação de muitos crimes e na diminuição das ocorrências em todo o País.

A diretora da Politec explicou que a adoção desse conjunto de medidas inovadoras que levaram a Polícia Científica de Rondônia a se alinhar à política nacional de segurança pública já possibilitou a coleta e armazenamento de mais de 1.800 amostras de material genético de condenados nas unidades prisionais de Porto Velho para fins de alimentação do Banco Nacional e futuras comparações.

Ana Júlia Paiva destacou que, mesmo com operação ainda incipiente, o sistema já possibilitou a identificação de vários condenados por crimes hediondos (estupros, sequestros, tráfico de drogas, entre outros), com a possibilidade de ampliar suas ações, tendo em vista que a Politec tendo acesso aos dados do Banco Nacional. A diretora explica que uma pessoa presa em Rondônia, por exemplo, pode ser identificada por um crime cometido em Alagoas ou em qualquer estado do Brasil, a partir das comparações genéticas com as informações do banco de dados.

Da mesma forma, Rondônia também desponta, por meio da Politec, com inovações na busca de providências para encarar as ocorrências crescentes dos crimes contra mulher. Segundo a diretora adjunta da Politec, ao lançar o Protocolo de Feminicídio da Perícia Oficial Criminal, o Estado dá oportunidade para a coleta de uma série de outros dados no local do crime, antes que sejam destruídos, e que podem facilitar a tipificação do delito.

Para Ana Júlia, foram avanços importantes de uma relação extensa que inclui ainda a implantação do Sistema de Gestão de Pessoal e Operacional no âmbito da administração da Politec e ainda a realização do Primeiro Concurso de Redação “Perícia Criminal” em parceria com a Secretaria de Estado da Educação (Seduc), entre outras medidas importantes para a melhoria do resultado do trabalho da Polícia Técnico-Científica.

Com informações da Secom

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