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Corretoras de seguros participam de café da manhã do Dia da Mulher em Porto Velho

PORTO VELHO, RO – Na manhã desta sexta-feira (08), corretoras de seguros e representantes das companhias seguradoras que atuam no mercado, participaram de um café da manhã especial em homenagem ao Dia Internacional da Mulher em Porto Velho.

O evento foi promovido pelo Sindicato de Corretores de Seguros (Sincor-RO/AC) e teve em sua programação um bate-papo descontraído, troca de experiências e alguns sorteios de brindes.

O presidente do sindicato da categoria José Luiz, em seu discurso enfatizou a importância da mulher no mercado segurador.

“É notório o crescimento de profissionais mulheres neste ramo, e isto tem feito muita diferença neste cenário. Sabemos que ser corretor de seguros não é fácil e lidamos com muitos casos complexos e por isto, precisamos de pessoas dedicadas que tenham amor à profissão, e é isso que representa a presença feminina para nós”, enfatizou.

A gerente regional Poliana Silva da seguradora Porto Seguro, proferiu algumas palavras e destacou o alarmante crescimento da violência contra as mulheres na capital Porto Velho e no país.

“Paralelamente a este cenário promissor do crescimento das mulheres no mercado de trabalho, vem o preocupante número de casos de violência, o feminicídio. Que este dia, seja como uma reflexão e do quanto temos que de fato lutar em conjunto  para ajudar a quem passa por este tipo de situação, seja com uma conversa, um apoio psicológico, qualquer ajuda é necessária. Não podemos deixar a violência crescer como tem acontecido atualmente, temos e devemos unir forças e combater esse mal”, destacou.

Breve história do Dia Internacional da Mulher

O dia 8 de março é o resultado de uma série de fatos, lutas e reivindicações das mulheres (principalmente nos EUA e Europa) por melhores condições de trabalho e direitos sociais e políticos, que tiveram início na segunda metade do século XIX e se estenderam até as primeiras décadas do XX.

No dia 8 de março de 1857, trabalhadores de uma indústria têxtil de Nova Iorque fizerem greve por melhores condições de trabalho e igualdades de direitos trabalhistas para as mulheres. O movimento foi reprimido com violência pela polícia. Em 8 de março de 1908, trabalhadoras do comércio de agulhas de Nova Iorque, fizeram uma manifestação para lembrar o movimento de 1857 e exigir o voto feminino e fim do trabalho infantil. Este movimento também foi reprimido pela polícia.

No dia 25 de março de 1911, cerca de 145 trabalhadores (maioria mulheres) morreram queimados num incêndio numa fábrica de tecidos em Nova Iorque. As mortes ocorreram em função das precárias condições de segurança no local. Como reação, o fato trágico provocou várias mudanças nas leis trabalhistas e de segurança de trabalho, gerando melhores condições para os trabalhadores norte-americanos.

Porém, somente no ano de 1910, durante uma conferência na Dinamarca, ficou decidido que o 8 de março passaria a ser o “Dia Internacional da Mulher”, em homenagem ao movimento pelos direitos das mulheres e como forma de obter apoio internacional para luta em favor do direito de voto para as mulheres (sufrágio universal). Mas somente no ano de 1975, durante o Ano Internacional da Mulher, que a ONU (Organização das Nações Unidas) passou a celebrar o Dia Internacional da Mulher em 8 de março.